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Uma orquestra formada por 96 lâmpadas

Uma orquestra formada por 96 lâmpadas

O que é preciso para formar uma orquestra? Um maestro, músicos e instrumentos musicais são as respostas mais comuns. E que tal lâmpadas? Parece esquisito, mas uma dupla de artistas italianos chamada Quiet Ensemble criou um concerto feito apenas com esses objetos. Eles usaram 96 lâmpadas de quatro tipos diferentes, cada uma com um som próprio. O resultado final foi uma música bem intensa, que parece de filmes de ficção científica! Ouça no vídeo abaixo, que também mostra a dupla em ação, “tocando” seus instrumentos.     Não houve nenhum truque para fazer as lâmpadas emitirem sons – porque elas realmente produzem! Lembra de quando falamos sobre como os planetas emitem ondas eletromagnéticas que podem se transformar em sons? As lâmpadas, assim como todos os equipamentos eletrônicos, também produzem essas ondas quando estão acesas. Aquelas que usamos em nossas casas fazem um ruído bem baixinho, que praticamente nem escutamos. Outras, como as usadas pela dupla, podem emitir um som mais alto, que parece um zumbido. Para compor a música, os artistas colocaram bobinas de cobre em cada lâmpada. É que esses fios são condutores de energia, como um caminho por onde a eletricidade passa. Dessa forma, eles conseguiram controlar os intervalos e a intensidade das correntes elétricas que chegavam às lâmpadas. As ondas produzidas foram captadas por sensores e enviadas a computadores para aumentar o volume dos sons. E as lâmpadas não foram os únicos objetos curiosos que viraram instrumentos musicais nas mãos do Quiet Ensemble. Eles já fizeram músicas usando ratos girando em rodinhas de metal, peixes em aquários e frutas. Dá para conhecer essas e outras experiências da dupla no site oficial (em italiano e...

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Uma jornada pelo espaço com a OBA e a MOBFOG

Uma jornada pelo espaço com a OBA e a MOBFOG

Que tal levar seus alunos a uma jornada pelo universo neste primeiro semestre? Conhecer a distância da Terra à Lua, construir um relógio solar, observar as constelações e até lançar um foguete – tudo isso sem sair da escola! No final, as crianças ainda têm a chance de aplicar tudo que aprenderam em dois eventos dedicados ao assunto: a XVIII Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e a IX Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG). Organizadas pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), a OBA e a MOBFOG são abertas a estudantes do Ensino Fundamental e Médio de qualquer escola brasileira, pública ou privada. Neste ano, a OBA será realizada no dia 15 de maio em cada escola participante. Os estudantes farão uma prova com 10 perguntas sobre astronomia e astronáutica, divididas em quatro níveis diferentes. Já a MOBFOG pode ser agendada até o dia 15 de maio, também na própria escola. Para esse evento, as crianças têm que construir foguetes usando materiais diferentes para cada nível escolar. No dia da Mostra, todo mundo faz o lançamento do seu foguete. Aqueles que alcançarem as maiores distâncias entre os competidores de todo o Brasil são os vencedores! Tanto na OBA quanto na MOBFOG, os participantes, professores, diretores e escolas recebem certificados, e os vencedores são premiados com medalhas de ouro, prata e bronze. Parece muito difícil? O astrônomo e coordenador nacional da OBA, João Canalle, mostra que não precisa de grandes equipamentos e estruturas para apresentar alguns conceitos de astronomia aos alunos. Dá para construir um relógio solar com um pedaço de papelão, uma canetinha e um transferidor. Os próprios foguetes da MOBFOG são feitos com materiais simples, como canudos de papel e garrafas PET. Explicar sobre o dia e a noite também pode ficar mais interessante usando uma bola de isopor, um espeto de madeira e uma lâmpada:     “Os alunos são atraídos por atividades práticas nas quais eles possam medir, construir, interagir, manipular… A simulação dos fenômenos é fundamental para que o aluno os entenda melhor”, diz Canalle, que também apresenta outras dicas de atividades em vídeos disponíveis neste link. Ele explica que a OBA e a MOBFOG funcionam com o esforço coletivo de estudantes, professores e escolas – e o resultado é visível. “Uma pesquisa que fizemos mostra que as escolas que participam vários anos seguidos aumentam sua nota média na OBA a cada ano. Alunos e professores estão aprendendo nesse processo”, comenta o astrônomo. Para participar da XVIII OBA e da IX MOBFOG, é só preencher a ficha de cadastro que está disponível no site oficial com os dados da sua escola até o dia 15 de março. Depois, a equipe responsável pelos eventos enviará todas as informações...

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Tempo de vida animal: de minutos a séculos

Tempo de vida animal: de minutos a séculos

Cada animal tem um tempo de vida diferente. Um elefante pode viver por mais de 70 anos, enquanto as abelhas não costumam passar de alguns meses. Mas isso varia muito dentro de cada espécie. A expectativa de vida dos seres humanos, por exemplo, muda em cada país. No Brasil, ela é de 74,9 anos. Porém, a pessoa mais velha do mundo, de acordo com o Guinness World Records, chegou aos 122 anos! E você sabe quais são os bichos com as menores e maiores idades já registradas? No primeiro grupo estão os insetos do grupo dos efemerópteros, também conhecidos como efêmeros ou efeméridas. Não é à toa que eles ganharam esse nome: em grego, efêmero significa “que dura um dia”. Os insetos dessa espécie costumam viver de poucas horas a um dia só – e alguns alcançam apenas 30 minutos de vida! Eles vivem em locais com água doce e passam esse curto tempo se reproduzindo, sem nem se alimentar.   Efemérida: o inseto que pode viver de 30 minutos a um dia. (Foto: Cameraman/Wikimedia Commons)   Os animais da espécie gastrotricha, que têm alguns milímetros e são aquáticos, vivem por três dias. Entre as formigas, acontece uma coisa curiosa: algumas delas duram apenas duas semanas, outras vivem até sete anos. Já a formiga-rainha pode aproveitar seu reinado por até 30 anos! Entre os mamíferos, os musaranhos não são pequenos apenas no tamanho, mas também na idade, vivendo entre 1 e 2 anos.   O pequeno musaranho, com tempo de vida entre 1 e 2 anos. (Foto: Sjonge/Wikimedia Commons)   Por outro lado, o bicho com o maior tempo de vida já registrado acumulou nada menos que 507 anos! Foi um molusco bivalve (assim como as ostras, que vivem dentro de uma concha) da espécie Arctica islandica que ganhou o nome de Ming, quando foi descoberto, em 2006. Mas depois de cinco séculos de vida, Ming teve um final desastroso. Os cientistas que o estudavam tentaram abrir sua concha para calcular melhor sua idade (dá para fazer isso contando os anéis que ficam marcados na concha a cada ano). E, acidentalmente, mataram o bichinho! Se isso não tivesse acontecido, quantos anos mais será que ele poderia ter vivido?   Um exemplar da espécie Arctica islandica, a mesma de Ming. (Foto: Hans Hillewaert/Wikimedia Commons)   Outros animais também se juntam a Ming no time dos centenários. A baleia-da-Groenlândia, por exemplo, pode atingir 200 anos, sendo o mamífero que vive por mais tempo. Há espécies de tartaruga que ultrapassam os 150 anos. Tu’i Malila, uma tartaruga-radiada que viveu em Tonga, um arquipélago no Oceano Pacífico, teve a idade estimada em 188 anos. E Adwaita, um jabuti-gigante-de-Aldabra, foi registrado na Índia com 150 anos, mas alguns pesquisadores calculam que ele chegou aos 250.   Fontes: – National Geographic (em inglês) – Terra –...

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Já imaginou como seria a vida em outros planetas?

Já imaginou como seria a vida em outros planetas?

Existem outros planetas habitáveis como a Terra? Ainda estamos longe de saber isso com certeza, mas o telescópio Kepler está dando uma grande ajuda para responder essa pergunta. A NASA, agência espacial dos Estados Unidos, lançou o telescópio em 2009 para examinar estrelas de uma certa região da Via Láctea e verificar se há ali planetas com condições de abrigar vida. Não é uma tarefa fácil. Afinal, os candidatos devem ter características bem específicas – eles precisam ter da metade ao dobro do tamanho da Terra e estar posicionados em uma zona onde a temperatura possa permitir a existência de água líquida e de vida. Para isso, Kepler observa os momentos em que a luz das estrelas diminui, o que significa que algo está passando em sua frente. Depois, os pesquisadores comparam com dados de outros telescópios para tentar calcular o tamanho dos planetas e a distância que eles ficam de suas estrelas. Até agora, o telescópio já descobriu a existência de mais de mil exoplanetas, ou seja, planetas que estão fora do Sistema Solar. Dentre eles, oito foram considerados potencialmente habitáveis! Ainda não há como confirmar essa hipótese, já que esses planetas estão bem distantes de nós e não conseguimos explorá-los. Mas é impossível não imaginar como seria se houvesse vida neles! A própria NASA fez uma brincadeira divertida com isso, criando três pôsteres de turismo para dois dos planetas identificados pelo Kepler e um terceiro, chamado HD 40307g, descoberto em 2012 por astrônomos das universidades de Hertfordshire, na Inglaterra, e Goettingen, na Alemanha. Os pôsteres mostram que visitar esses planetas seria uma experiência muito curiosa!   Kepler-186f: onde a grama está sempre mais vermelha do outro lado   O Kepler-186f orbita uma estrela mais fraca do que o Sol, de cor vermelha. Por isso, se existissem plantas nesse planeta, elas receberiam uma luz com partículas avermelhadas. Isso as deixaria com cores bem diferentes das plantas verdinhas que existem na Terra!   Experimente a gravidade do HD 40307g, uma Superterra   Ainda não se sabe se o HD 40307g poderia mesmo suportar vida, já que ele pode ter uma superfície coberta por camadas de gás e gelo. Esse planeta tem o dobro do volume da Terra e oito vezes mais massa. Dessa forma, sua gravidade é muito mais forte do que a daqui. Imagine só como seria pular de paraquedas nesse planeta, como na figura do pôster?   Relaxe em Kepler-16b, a terra dos dois Sóis – onde sua sombra sempre tem companhia   Na famosa série de filmes “Star Wars”, o personagem Luke Skywalker vem de um planeta chamado Tatooine, onde existem dois Sóis. Na vida real também existem planetas que orbitam em torno de duas estrelas, como o Kepler-16b. Mesmo com esse reforço, ele é um planeta bem gelado, com uma temperatura parecida com a do gelo seco (abaixo de -78 °C).   Créditos das imagens: NASA/JPL-Caltech Fontes: – Kepler (NASA) (em inglês) – BBC Brasil –...

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Muitas cartinhas em “Classificar” e “Questionar”

Muitas cartinhas em “Classificar” e “Questionar”

Durante as etapas de TIM Faz Ciência, as crianças são convidadas a fazer diversos tipos de atividades, como desenhos, textos, jogos, dicionário e muito mais. Uma delas fez bastante sucesso nas escolas: as cartas. Recebemos por e-mail, pelos comentários do site e por correio centenas de exemplos de cartinhas escritas pelos alunos para o próprio corpo, como é sugerido em “Classificar”, ou para as crianças que estão fora da escola, em “Questionar”. É muito bacana ver a criançada tão envolvida com uma atividade que, com tanta tecnologia, muitas vezes é deixada de lado, mas que é tão boa para expressar nossos pensamentos ou para contar novidades. Nas cartas que os alunos do 4º e 5º ano da EM Professor Hélvio Esteves, de Londrina (PR), escreveram para o próprio corpo, há diferentes impressões que eles tiveram sobre sua aparência, algumas acompanhadas de desenhos. A professora Izabel Cristina Leonardi nos enviou todas as cartinhas pelo correio. As cartas dos alunos do 5º ano das professoras Rosilei Santos e Patricia Meira também chegaram pelo correio. As crianças da EB Prefeito Acácio Garibaldi São Thiago, de Florianópolis (SC), colocaram no papel todas as coisas boas que a escola nos traz para incentivar as crianças que não estudam a voltar para a sala de aula. A turma do 5º ano da EMEF Presidente João Belchior Marques Goulart, de Porto Alegre (RS), digitou suas cartinhas para as crianças que estão fora da escola. E a professora Adriana Batisti disse que eles gostaram muito de fazer essa...

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Ciência que vira arte com a fotografia

Ciência que vira arte com a fotografia

Já mostramos aqui no site exemplos de como a ciência combina muito bem com a arte, como nas esculturas do artista holandês Theo Jansen, nas imagens produzidas pelo físico holandês Arie van’t Riet e nas fotos das caravelas-portuguesas tiradas pelo fotógrafo norte-americano Aaron Ansarov. E aqui no Brasil também se faz arte com ciência! O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) organiza desde 2011 o Prêmio de Fotografia – Ciência & Arte, que homenageia as melhores fotos com os temas de ciência, tecnologia e inovação. Podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, professores e pesquisadores brasileiros. E não é apenas a beleza da foto que conta, mas também a sua importância para a pesquisa científica. Olha só como são interessantes as imagens vencedoras da 4ª edição do prêmio, realizada em 2014! Na primeira categoria, que são as fotos tiradas por câmeras fotográficas, o primeiro lugar ficou com a imagem de um verme marinho chamado Chaetopterus variopedatus, que é capaz de produzir luz, dentro de um tubo de vidro. Uma foto rara de um jovem matamatá, uma espécie de tartaruga que vive em água doce, ganhou o segundo lugar. E a terceira colocada foi a imagem de uma caverna, misturando luz e sombra.   1º lugar: Anderson Garbuglio de Oliveira – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)   2º lugar: Fábio Andrew Gomes Cunha – Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA)   3º lugar: Marcos Otávio Silvério – Universidade de São Paulo (USP)   Já a segunda categoria reúne fotografias capturadas com instrumentos especiais – lupas, microscópios, telescópios, entre outros. A imagem vencedora parece até de outro planeta, mas são partículas bem pequenininhas da substância cromo metálico sobre uma superfície feita de substrato de alumina. O segundo lugar foi da foto de um filhotinho de morcego quando ele ainda era um embrião, ou seja, estava na barriga de sua mãe. A imagem de microalgas que vivem em grupo foi a terceira colocada.   1º lugar: Osvaldo Mitsuyuki Cintho – Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)   2º lugar: Adriana Ventura – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)   3º lugar: Roberta Fernandes Pinto – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)   Saiba mais sobre o Prêmio de Fotografia – Ciência & Arte acessando este link.   Fonte e fotos:...

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Um evento especial em Rafael Jambeiro

Um evento especial em Rafael Jambeiro

As atividades de TIM Faz Ciência em 2014 foram encerradas em Rafael Jambeiro (BA) com um grande evento de culminância, que reuniu cerca de 150 professores, alunos, coordenadores, pais e a equipe de Secretaria Municipal de Educação (SME)! O evento, organizado pela SME, aconteceu no dia 9 de dezembro na EM Dom Avelar Brandão Vilela e teve como tema “Aprendi com a TIM”. Quem chegava ao local era recebido por uma estátua viva, interpretada pelo aluno Joel Silva. Ao encostar nela, a estátua se movimentava! Tudo a ver com o cartaz que Joel segurava, onde estava escrito: “De estático a dinâmico: assim foi o percurso do programa TIM Faz Ciência no nosso município”. A coordenadora pedagógica da SME, Jaqueline Carvalho, falou aos convidados sobre a trajetória do programa nos nove meses em que foi realizado, com os desafios, expectativas e a alegria de ver os resultados em todas as escolas. A educadora Lilian Faversani, uma das responsáveis pela elaboração do material didático de TIM Faz Ciência, também participou deste dia tão especial! Ela ressaltou a importância de momentos nos quais alunos e professores possam demonstrar os seus saberes. E o Secretário de Educação, Rogério Silva Almeida, agradeceu a equipe de TIM Faz Ciência pela parceria. Em seguida, foi o momento de professores e alunos mostrarem um pouquinho de tudo o que aprenderam e produziram durante os percursos. Teve apresentações de experimentos, danças, paródias, poemas e muito mais! Nos estandes de cada turma, os alunos explicaram as atividades expostas e até fizeram dinâmicas com os convidados, como uma brincadeira para identificar objetos e alimentos usando diferentes sentidos. No final, cada professor ganhou um certificado de participação no...

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Interação na sala de aula e também na internet

Interação na sala de aula e também na internet

Na EMEB Isidoro Battistin, de São Bernardo do Campo (SP), o percurso “Observar” empolgou a criançada do 4º ano, que ficou bastante envolvida em todas as atividades propostas pela professora Cleide Rodrigues Pinheiro. Tanto que a autoavaliação dessa etapa rendeu duas aulas, com muita discussão e reflexão sobre o que já sabiam e o que ainda precisavam aprender. “Vários alunos ficaram lendo e comentando o que eles precisavam mudar ou melhorar”, contou Cleide. “Expliquei que tudo faz parte do processo de aprendizagem, e que eu também estou neste processo e tenho que realizar minha autoavaliação.” Para começar a observação do recreio, a turma criou um roteiro de organização dos grupos e do que que cada um iria observar. Na hora de pensar nas hipóteses, os alunos se basearam no que eles mesmos faziam ou no que achavam que meninos e meninas gostavam de fazer, como jogar bola e brincar de boneca. Os alunos observaram os recreios do 1º ao 5º ano e do Infantil 4 e 5, e perceberam que as atividades das crianças iam além do que tinham imaginado. Além de diferentes brincadeiras, eles também notaram algumas coisas ruins, como crianças falando palavrão e usando de maneira errada os brinquedos do parque. As professoras das outras turmas gostaram muito desta atividade e ficaram curiosas para saber o que o 4º ano tinha a dizer sobre o intervalo. Em sala de aula, todo mundo escreveu relatos sobre o que foi observado e levantou os pontos positivos e negativos do recreio. Então, a professora teve uma ideia muito bacana: criar um ambiente colaborativo na internet para que todos pudessem colocar suas observações, perguntas e sugestões para o recreio! A turma adorou e logo escolheu um nome para o fórum: “Somos um só nas Ciências”. Com a ajuda da professora do laboratório de informática, todos criaram seus usuários e senhas e começaram a usar o ambiente para registrar essa e outras atividades e interagir com os colegas, acessando tanto na escola quanto em casa. Para finalizar a etapa, Cleide propôs que os alunos observassem o bairro da escola. As próprias crianças já começaram a traçar um roteiro de observação, para depois escolher o trajeto que iriam fazer, levantar o que seria observado e pensar nas hipóteses. “Este momento foi muito rico, pois cada aluno procurava demonstrar que conhecia bem aquela parte do bairro. Por fim, a aula se tornou uma discussão muito boa sobre o que eles conheciam do bairro”, disse a professora. Durante a observação, as crianças se dividiram em trios e anotaram tudo o que achavam importante ou interessante. E quantas descobertas elas fizeram nesse trajeto! Conheceram árvores muito antigas, pontos de coleta de materiais orgânicos e recicláveis e uma horta de alimentos orgânicos. Em todos os lugares a turma fez muitas perguntas aos funcionários ou a pessoas que estavam na rua, anotando todos os detalhes. Toda essa experiência foi colocada em cartazes para a Mostra Cultural da escola, que também contou com uma apresentação de teatro do 4º ano de uma continuação da história de Zé e...

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Desvendando o mistério dos ictiossauros

Desvendando o mistério dos ictiossauros

Há mais de 200 milhões de anos, antes de os dinossauros serem extintos da Terra, animais bastante esquisitos nadavam pelos oceanos: os ictiossauros. Esse nome significa “peixe lagarto” em grego e mostra direitinho porque eles deixavam os cientistas confusos. Os fósseis encontrados desses animais tinham olhos grandes, focinhos longos e corpos adaptados para se movimentar na água, parecidos com golfinhos. Só que, na verdade, eles eram répteis!     Os ictiossauros respiravam ar, se alimentavam de pequenos animais e nadavam como outras espécies de répteis, ondulando o corpo todo pela água. Por muito tempo a origem desse animal pré-histórico foi um mistério – como ele conseguiu evoluir para viver na água? Nenhum pesquisador havia encontrado pistas que poderiam ligar o ictiossauro a algum parente próximo que vivia na terra. Até que um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e da Universidade de Pequim, na China, encontraram o fóssil desse elo perdido em uma região chinesa. Ele ganhou o nome científico de Cartorhynchus lenticarpus e tem algumas diferenças em relação ao ictiossauro. Esse animal se movimentava pela terra com nadadeiras grandes, como uma foca, tinha o focinho curto, assim como os répteis terrestres, e ossos mais grossos e pesados. E essa importante descoberta gerou outras questões: o que fez com que essa espécie precisasse se adaptar para a vida aquática? Como os ictiossauros foram extintos, já que eram predadores tão dominantes nos oceanos? Os cientistas têm algumas hipóteses, mas ainda há muitas pesquisas a se fazer para desvendar a história desse bicho tão interessante.   Fontes: – O Estado de S. Paulo –...

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Feliz Natal, um ótimo 2015 e até o ano que vem!

Feliz Natal, um ótimo 2015 e até o ano que vem!

“Que neste período natalino possamos OBSERVAR melhor o que há em nosso entorno, QUESTIONAR nossas atitudes durante o ano que finda, CLASSIFICAR nossas ações, VERIFICAR o que necessita ser modificado e o que deu certo, mas pode ser aprimorado, DEFINIR metas para 2015, para que sejamos capazes de APLICAR nossos conhecimentos em prol de melhorias, e GENERALIZAR, de modo a conhecer e organizar o mundo ao nosso redor.” Esse recadinho tão bonito que recebemos da professora Glória Maria Silva Hamelak, do 4º e 5º ano da EM Antônio Mendes, de Fortaleza (CE), é o nosso desejo a todos os professores e alunos que participaram de TIM Faz Ciência em 2014. Muito obrigado pela dedicação e por terem feito desse programa um sucesso logo em seu primeiro ano! Esperamos que vocês continuem conosco em 2015! Nossa Central de Relacionamento já enviou um e-mail a todos os professores com mais informações para começar TIM Faz Ciência no próximo ano (caso você ainda não tenha recebido, entre em contato no e-mail contato@timfazciencia.com.br). Os professores que não participaram em 2014 e gostariam de participar no ano que vem podem se inscrever por e-mail, telefone, correio e pelo nosso site (veja mais informações neste link). A equipe de TIM Faz Ciência entrará em recesso nas próximas semanas e retorna no dia 5 de janeiro. Continuaremos publicando todos os materiais recebidos e respondendo os e-mails e comentários assim que voltarmos às atividades. Enquanto isso, deixamos nosso Feliz Natal e o desejo de que 2015 seja um ano maravilhoso e cheio de aprendizado para...

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