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Estratégias para verificar o sumiço do ninho

Estratégias para verificar o sumiço do ninho

As histórias “O estranho caso do rocambole de cinco voltas” e “O estranho caso das mulheres de Viena” inspiraram a professora Cristina da Silva Borba, da EMEIEF Armando Rosário Castelo, de Londrina (PR), a sugerir uma atividade diferente às crianças do 4º ano: elas teriam que verificar alguma coisa na escola ou na sala de aula. A turma lembrou que estava observando um ninho de passarinho na janela da sala. Todos os dias aparecia um passarinho com pequenos galhos para completar esse ninho, e a criançada estava bem animada para saber se logo mais veria os ovinhos. Porém, o ninho sumiu! Um dos alunos até disse que no dia anterior havia visto o ninho no lixo e o colocou de volta na janela, mas agora não estava em nenhum desses lugares.     Era uma boa chance de colocar a verificação em prática! As crianças levantaram algumas hipóteses sobre o que poderia ter acontecido e organizaram três estratégias para que os grupos pudessem verificá-las. Um deles perguntou à encarregada da limpeza, Tina, se ela tinha visto o ninho, mas ela notou apenas alguns pedaços dele no chão. Outro grupo checou com a professora Neide, que dá aula à tarde na mesma sala, se ela observou alguma coisa. A professora viu o ninho quando ele estava no lixo, e depois não o viu mais. E um terceiro grupo verificou se ele poderia ter caído da janela, mas só encontrou restos de galhos.     Depois de compartilhar os resultados da verificação, o caso ainda não tinha sido resolvido. Os alunos resolveram perguntar a mais um professor que havia entrado na sala. Ele não sabia onde poderia estar o ninho, mas se comprometeu em ajudar a turma. E um tempo depois, trouxe a solução: Preta, auxiliar de limpeza na escola, jogou o ninho no lixo. Ela explicou que o ninho estava juntando muita sujeira e trazendo piolhos, e isso poderia prejudicar as crianças. Elas entenderam o motivo e bateram palmas no final, felizes por desvendar esse caso! Então, a classe escreveu uma história coletiva sobre o que aconteceu, com o nome de “O estranho caso do ninho desaparecido”. Além disso, fizeram desenhos sobre o caso e completaram todas as atividades da etapa “Verificar”. Confira a história completa e as atividades a...

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Turma unida para deixar a escola mais verde

Turma unida para deixar a escola mais verde

Na observação do recreio do IEE São Francisco Xavier, de Porto Xavier (RS), o 4º ano percebeu que meninos e meninas brincavam juntos, que havia algumas brigas e que o Sol batia bastante no pátio! Juntos, eles criaram uma lista com 12 sugestões para melhorar esse momento, como não brigar, chamar uma pessoa responsável quando alguém brigar, arborizar o pátio da escola, respeitar os outros, não falar palavrão e colocar o lixo na lixeira. A professora Nelci Lourdes Back Oliveira disse que todos se comprometeram a colocar as sugestões em prática. Mas precisavam da permissão do diretor da escola para arborizar o pátio. Então, a turma fez um plano de ação. Primeiro, voltaram ao pátio e verificaram se tinha espaço para plantar mais árvores. As crianças observaram que havia árvores frutíferas com copas bem fechadas, e que poderiam substituir aquelas que tinham a copa mais rala. “Além disso, se plantássemos uma fileira com três mudas no estacionamento teríamos sombra à tarde nos brinquedos”, conta Nelci. Depois, os alunos convidaram o diretor para uma conversa na sala de aula. Ele parabenizou a classe pela inciativa e explicou que não poderiam plantar outras árvores no local porque ali passavam os cabos de energia da escola. Mas deixou um convite para o dia seguinte! Durante o recreio, eles foram marcar outro lugar na escola em que pudessem fazer o plantio. As próprias crianças escolheram a espécie: uma mangueira, porque ela produz bastante sombra e muitas frutas. Escolhidos o lugar e a espécie, a turma levantou hipóteses sobre qual é o procedimento certo para o plantio. Um funcionário da escola que entende bem do assunto explicou tudo para as crianças. E então, mãos à obra para plantar as três mudas! A professora aproveitou para ajudá-los a medir a altura de cada uma e o tamanho das covas. Agora, os alunos vão pesquisar o nome científico, as características, os frutos, a origem e o tempo de vida da mangueira. Usando as notas fiscais das mudas e dos alambrados para proteção, Nelci também explicou sobre o sistema monetário, números decimais, problemas matemáticos e o comércio. Ela fez um vídeo com as fotos de todo esse trabalho da turma!     Na continuação das etapas, a classe fez um jogo coletivo com diferentes situações e como elas poderiam ser verificadas.     Em “Questionar”, os estudantes escreveram muitas cartinhas para enviar a crianças que estão fora da escola. Veja como...

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Sons do espaço traduzidos para os humanos

Sons do espaço traduzidos para os humanos

Para os seres humanos, o espaço é um lugar de silêncio total. Como o universo é aquela imensidão, a distância entre todos os corpos é bem grande, cheia de espaços vazios que formam vácuos. Nestes lugares, onde não existe nenhuma matéria, o som não se espalha. Mas estamos falando do som que nós, seres humanos, podemos escutar. E o espaço tem seus próprios tipos de sons. Eles são gerados a partir de ondas eletromagnéticas, que conseguem viajar pelo vácuo. Nós não conseguimos ver nem ouvir essas ondas, mas elas existem aos montes – a própria luz do Sol é um exemplo de onda eletromagnética. Cada corpo no universo transmite ondas eletromagnéticas. E a NASA (agência espacial dos Estados Unidos) traduziu algumas dessas vibrações em sons que nós pudéssemos ouvir. Os cientistas captaram o som por meio de antenas especiais que foram colocadas em sondas espaciais. Então, eles transformaram as vibrações para que ficassem em uma frequência que os humanos conseguem escutar. São sons de diversos planetas e corpos – da Terra, de Júpiter, de Netuno, dos anéis de Saturno e Urano e de uma das luas de Júpiter, Io. No vídeo abaixo, você consegue ouvir alguns desses exemplos muito curiosos, que nos dão diferentes sensações. Alguns são bem bonitos, outros parecem assustadores! E quais sensações você teve ao escutá-los? Escreva nos comentários o que você...

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TIM Faz Ciência na Semana Nacional de C&T 2014

TIM Faz Ciência na Semana Nacional de C&T 2014

Entre os dias 13 e 19 de outubro aconteceu em todo o país a 11ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – um evento organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com vários outros órgãos e empresas, que busca popularizar a ciência e mostrar sua importância no desenvolvimento do país. Neste ano foram realizadas 35 mil atividades em 537 cidades, com a participação de 560 instituições. Em Brasília foi montado um espaço só para a SNCT 2014, e TIM Faz Ciência também estava lá! Cerca de 150 estudantes e professores do Distrito Federal conheceram o programa em uma atividade especial realizada na tarde do dia 16 de outubro no auditório principal do pavilhão de exposições do Parque da Cidade. Quem passou por lá assistiu à contadora de histórias Kiara Terra contar três das histórias que fazem parte do material didático: “A História de Zé, Doroteia e as Árvores” (sobre Observar), “Até o Rei!” (sobre Questionar) e “A História de Gema” (sobre Generalizar). Adultos, estudantes, público espontâneo… todos receberam TIM Faz Ciência muito bem! Os professores se interessaram pelo programa e vieram conversar com a equipe, as crianças aplaudiram bastante e ouviram as histórias até o fim. Além de alunos e professores, também assistiram à apresentação de TIM Faz Ciência representantes da Secretaria de Educação do Distrito Federal e do MCTI. No total, a organização da SNCT 2014 acredita que cerca de 15 mil pessoas tenham visitado o espaço montado em Brasília durante os sete dias do evento....

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Etapas integradas com as matérias da turma

Etapas integradas com as matérias da turma

A professora Jacqueline Vasco Azevedo Teles, da EMEIEF Luiz Gonzaga, de Santo André (SP), relacionou as atividades de TIM Faz Ciência com outras matérias do 4º ano D. Em língua portuguesa, a leitura, a escrita e a interpretação foram bastante exploradas. Um exemplo foi a história de Zé e Doroteia. A professora contou essa história e também mostrou o vídeo de Kiara Terra. Depois, a turma foi até a sala de informática para desenhar o que entenderam da história. As crianças fizeram várias visitas à biblioteca da cidade para pesquisar sobre flores e plantas, além de ir a um parque perto da escola para observar todos os detalhes da natureza. Eles fotografaram várias espécies de flores e montaram um mural na aula de artes. E a observação continuou em outras matérias. Na aula de matemática, a sala teve que prestar bastante atenção para resolver questões de raciocínio lógico e problemas relacionados a quantidades e diferenças. Em história e geografia, observaram mapas e diferentes tipos de moradia ao falar sobre os povos brasileiros e suas regiões de origem. Na aula de ciências, a turma foi convidada a observar suas atitudes do dia a dia com o uso da água. Eles conversaram sobre os problemas com a água que alguns estados do Brasil estão enfrentando e a importância de preservar a água e o solo. (Saiba mais sobre esse assunto na matéria “Água: como podemos ajudar a preservá-la“) Para fechar o percurso, os alunos fizeram a observação do recreio e levantaram sugestões de várias brincadeiras que poderiam ser feitas nesse intervalo, até algumas que os pais deles brincavam quando eram crianças. Eles colocaram algumas dessas sugestões em prática para todos brincarem no recreio, como o jogo de damas, tênis de mesa, amarelinha e basquete. “Vejo em meus alunos a vontade de aprender de forma diferente, mais participativos e estimulados a construir seus próprios saberes”, conta...

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Encontro de TFC em São Luiz Gonzaga

Encontro de TFC em São Luiz Gonzaga

Que tal um evento para mostrar tudo que já foi feito de TIM Faz Ciência, com alunos e professores expondo o resultado das atividades e vendo o que as outras escolas estão fazendo como parte do programa? Pois essa foi a ideia do Encontro Interativo TIM Faz Ciência realizado no dia 26 de setembro em São Luiz Gonzaga (RS), uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte. Cerca de 1000 pessoas compareceram ao evento, inclusive o prefeito de São Luiz Gonzaga, Junaro Figueiredo, e a secretária de Educação, Sonia Prates. O Encontro Interativo foi uma espécie de feira em que cada escola tinha seu próprio espaço e o organizava com os materiais produzidos em sala de aula. A apresentação no estande era feita por dois alunos acompanhados pelo professor. Assim que chegavam ao local, os visitantes passavam por um percurso montado no chão em forma de tabuleiro, que trazia as operações intelectuais abordadas por TIM Faz Ciência. Ao lado do percurso foram colocadas réplicas dos personagens de cada operação, feitos com o maior capricho. O prefeito Junaro Figueiredo fez a abertura do encontro. Ele reforçou o papel da ciência em atividades cotidianas e disse que as operações intelectuais propostas em TIM Faz Ciência são, sim, o caminho para o conhecimento científico. A secretária de Educação, Cultura e Esporte de São Luiz Gonzaga, Sonia Prates, aproveitou para dar parabéns às escolas, professores e alunos pelo trabalho, pelo empenho e habilidade em fazer ciência pensando como cientista. Além de conhecer o que cada turma havia feito em TIM Faz Ciência, quem visitou o Encontro Interativo pode manipular e participar de experimentos científicos na oficina Física para Todos, um museu interativo itinerante de ciência e tecnologia da Universidade Regional do Noroeste do Rio Grande do Sul (Unijuí). Crianças e adultos se divertiram manipulando e executando os experimentos, e aprendendo mais sobre os princípios físicos que explicam seu funcionamento. Este slideshow necessita de JavaScript. Quem foi ao evento, gostou! “Alunos e professores das escolas da rede municipal vivenciaram momentos de significativa interação”, contou a secretária Sonia Prates. “Impressionou como os professores sentem-se motivados ao trabalhar os conteúdos programáticos com as propostas organizadas pelo programa. E como não pode deixar de ser, o reflexo desse entusiasmo chega ao aluno como forma de motivação quando manipulam, interpretam e realizam as atividades”, completou ela. Educadoras e estudantes deixaram depoimentos sobre o evento e sobre TIM Faz Ciência, que a gente reproduz aqui com muito orgulho. Parabéns a todo mundo que tornou esse dia possível, especialmente aos alunos e professores que participam de TIM Faz Ciência em São Luiz Gonzaga!   Liliane Ribeiro dos Santos e Karina Zborowski, da EMEF General José Leovegildo Alves Paiva   Ieda e Andressa, alunas do 5º ano da EMEF Santa Rita de Cássia   Sandra Welter Ilha, professora da EMEF Centenário   Liliane Nogueira Pinto, coordenadora pedagógica da EMEF Santa Rita de...

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Conhecer nós mesmos para conhecer o mundo

Conhecer nós mesmos para conhecer o mundo

Nas atividades com suas turmas do 5º ano da EMEF Larry José Ribeiro Alves, de Porto Alegre (RS), a professora Marta Oliveira Prado está mostrando que para conhecermos o mundo, também temos que conhecer nós mesmos e o lugar onde vivemos. Ela usou o exemplo do mito de Édipo e a esfinge para falar da importância do autoconhecimento. A história de Zé e Doroteia mostrou quantos detalhes ao nosso redor nós não percebemos se não pararmos para observá-los. Marta também aproveitou esse exemplo para a aula de geografia, usando a observação das posições do Sol para falar de pontos cardeais e colaterais. Os jogos do Desafio Nível 1 reforçaram como é importante ficar atento, se concentrar e usar todos os sentidos para perceber coisas novas e exercitar a memória. Os alunos compartilharam com toda a classe suas hipóteses e estratégias para os jogos. Eles ficaram curiosos na hora de fazer a avaliação do percurso, que serviu como um desafio para conhecer o que já sabem fazer e o que vem pela frente.   Este slideshow necessita de JavaScript.   A turma observou várias coisas que acontecem durante o recreio. Além das sugestões para melhorá-lo, eles também conversaram sobre bullying na escola. Confira as hipóteses levantadas sobre o recreio e algumas conclusões das crianças.   A história “O estranho caso das mulheres de Viena”, em “Verificar”, deixou a classe intrigada: como as pessoas daquela época não sabiam que lavar as mãos era algo tão importante? Ao conversar com a professora sobre o assunto, perceberam que isso acontece até hoje, quando uma pessoa tosse ou espirra sem colocar as mãos na frente da boca ou do nariz, ou sem lavá-las depois de cobrir o rosto – isso também é uma forma de contaminação. Depois de completar juntos o Desafio Nível 3, a turma aproveitou o Desafio Nível 2 para pensar em situações do próprio dia a dia e dizer como verificá-las. A professora sugeriu algumas em uma tabela para todos completarem e incluírem novas situações. Em “Classificar”, as crianças assistiram ao vídeo da história “A garça e o rinoceronte” e conversaram sobre o uso de critérios em nossa vida. “Chegamos a reflexões surpreendentes no grupo, onde alunas disseram que a avaliação precipitada e sem critérios de uma pessoa pela outra é um julgamento, causado pelo desconhecimento e falta de aproximação”, conta a professora. Isso levou a classe a retomar a conversa sobre bullying e compartilhar algumas dificuldades na convivência do grupo. Todos fizeram juntos o desafio dos critérios de persuasão, e Marta explicou a diferença entre critérios objetivos e subjetivos. Vários exemplos foram usados pela turma para classificar as coisas do cotidiano, até o cãozinho mascote da escola, Mário! E a atividade de escrever uma carta ao próprio corpo teve resultados bem interessantes. “A escrita da carta resultou em depoimentos tocantes e reveladores, mesmo de alunos que geralmente são bastante calados”, relata a professora. Todos os percursos estão sendo retomados em outras atividades, como nas aulas de Português e Estudos Sociais.   Este slideshow necessita de...

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Passeio à feira livre rende muitas observações

Passeio à feira livre rende muitas observações

As turmas do 4º e 5º ano da EMEIF Professor João Hippólyto de Azevedo e Sá, de Fortaleza (CE), estão colocando as operações de TIM Faz Ciência em prática com atividades fora da escola. A professora Maria de Fátima Correia Nicolau levou as crianças à feira livre do bairro. Elas chegaram ao local com muitas hipóteses sobre o que acontecia por lá. Observaram a interação entre os feirantes e os clientes, o espaço da feira e os produtos mais procurados. Alguns alunos notaram até que certos alimentos não estavam armazenados da maneira certa. Os estudantes também entrevistaram os feirantes e classificaram os produtos por preço, qualidade e quais seriam mais vantajosos para o consumidor. No final, montaram uma pequena lista de compras e fizeram um texto coletivo sobre a atividade.   Este slideshow necessita de JavaScript.   As plantas e árvores de uma praça também foram alvo de uma atividade de classificação, com o tema “Nossa Praça”.   Este slideshow necessita de JavaScript.   Mas as turmas não deixaram de lado a observação do recreio. Eles relataram uma coisa curiosa para a professora: alguns não gostavam de brincar durante esse período, porque ficavam constrangidos em participar das brincadeiras com outros grupos de alunos. As crianças ainda perceberam que havia tumulto e desperdício de alimentos na hora de tomar o lanche no refeitório. “A observação foi a chave para uma preocupação de que algo teria que ser mudado”, disse Maria de Fátima. O pessoal fez uma lista do que poderia ser diferente nesses momentos e chamou a coordenadora pedagógica para contar o que observaram. Ela concordou em colaborar com os alunos para melhorar o recreio e a hora do lanche. Algumas das ações sugeridas foram: jogos e brincadeiras, contação de história, organizar os alunos e professores para monitorar as atividades, usar o espaço da videoteca, criar um clube de leitura e oficinas de brinquedos com materiais recicláveis. Além disso, as crianças fizeram as outras atividades do Caderno do Estudante. Veja algumas fotos enviadas pela professora e exemplos de cartas que elas escreveram para o próprio corpo no Desafio Nível 2 de “Classificar”.   Este slideshow necessita de...

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Professores: uma ponte para novas descobertas

Professores: uma ponte para novas descobertas

Quais foram os professores que mais marcaram a sua vida? Muitas pessoas respondem a essa pergunta com um sorriso no rosto. Mesmo quem ainda está na escola deve se lembrar de professores que ajudaram a descobrir coisas novas, entravam na sala com alegria e disposição e até mostraram que uma matéria que parecia chata era superlegal! O papel do professor de hoje é um pouco diferente daquele de antigamente. Cada vez mais, os professores trabalham junto com os alunos para construir o conhecimento e usam as novas tecnologias para acompanhá-los e ficar ainda mais próximos do mundo deles. Mas uma coisa nunca muda: sua importância na vida dos estudantes. Uma pesquisa feita no estado do Tennessee (Estados Unidos) mostrou que o desempenho dos alunos tem tudo a ver com o conhecimento do professor e como ele atua na sala de aula. Recentemente, a Organização das Nações Unidas (ONU) reforçou que valorizar os professores é investir no futuro. “Eles são fundamentais na formação das mentes e das atitudes das próximas gerações, para lidar com os novos desafios e oportunidades mundiais”, disseram representantes da organização em uma mensagem no Dia Mundial dos Professores, 5 de outubro. Em uma palestra bem-humorada, a educadora Rita Pierson, dos Estados Unidos, mostra como os professores podem se conectar com os estudantes e fazer a diferença na vida deles, estimulando-os a dar o seu melhor (você pode selecionar a legenda em português clicando na opção “languages” da barra inferior).   Aqui no Brasil, o Dia do Professor é comemorado em 15 de outubro. Esta data é um marco na história da educação brasileira: em 15 de outubro de 1827, dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila, dom Pedro I editou o decreto que criou o ensino elementar no país. A equipe de TIM Faz Ciência parabeniza todos os professores neste dia tão especial, que é só deles! E fazemos nossas as palavras do pedagogo, poeta e filósofo Rubem Alves: o professor é aquele que convida os alunos a explorar o mundo. Fontes: Ciência Hoje – Artigo sobre o papel do professor e da escola no mundo atual Educar para Crescer – Matéria sobre o impacto dos bons professores na vida dos alunos ONU BR – Matéria sobre declaração da ONU no Dia Mundial dos...

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A vida invisível dos micróbios… em um museu!

A vida invisível dos micróbios… em um museu!

É bem provável que você nunca tenha visto esses seres tão pequeninhos, mas eles estão em todos os lugares e são muito importantes para a vida na Terra. São os micróbios, que só podem ser observados com a ajuda de um microscópio. Agora existe um museu todo dedicado a eles lá em Amsterdã, na Holanda: o Micropia, inaugurado no final de setembro. Nesse museu todo tecnológico, a gente consegue ver esses organismos quase invisíveis se mexendo, comendo e se reproduzindo por meio de imagens em grandes telões, que estão conectados a microscópios. Uma máquina chamada scanner mostra aos visitantes quantos micróbios existem em seu corpo e onde estão. Dá até para conhecer os lugares onde vivem os micróbios mais resistentes do mundo, chamados extremófilos. Eles podem sobreviver em situações bem difíceis, como ambientes muito quentes ou nos pontos mais fundos do oceano.   O Micropia também tem um laboratório. Entre outras atividades, eles cultivam os micro-organismos para estudá-los.   Quem visita o Micropia percebe como os micróbios são necessários para a nossa sobrevivência. Ao mesmo tempo que podem causar doenças, também ajudam a manter nosso corpo saudável. Sem eles, o ciclo da vida não estaria completo. É que alguns micróbios transformam as plantas e animais que já morreram em nutrientes que são usados por outros seres vivos. No museu, também dá para ver como os micróbios são usados para produzir muitas coisas diferentes, como remédios, alimentos e adubo para plantações. Conheça um pouco mais sobre o museu Micropia nesta reportagem da Agence France-Presse (AFP):   O museu Micropia tem um site oficial com mais informações, em inglês. Crédito da foto: Micropia / Maarten van der...

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