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Encontros em POA reúnem mais de 300 professores

Encontros em POA reúnem mais de 300 professores

Assim como os professores inscritos em TIM Faz Ciência de São Bernardo do Campo (SP), os educadores de Porto Alegre (RS) já participaram do encontro de formação sobre o programa – que reuniu mais de 300 pessoas em duas edições, nos dias 24 e 26 de abril. A equipe do projeto e a Secretaria Municipal de Educação estiveram na reunião, que aconteceu na Câmara dos Vereadores de Porto Alegre. O encontro foi conduzido pela pedagoga Lilian Faversani, especializada em Infância, Psicanálise e Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e em Magistério do Ensino Superior pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Ela explicou sobre a iniciativa, mostrando os materiais didáticos e os vídeos do programa. Os professores pegaram o kit dos materiais didáticos, conheceram a proposta do projeto e tiraram dúvidas. De acordo com Adriana Guedes, diretora pedagógica adjunta da Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre, a iniciativa é ótima e os educadores foram surpreendidos pelo conteúdo. “Os materiais podem ser usados em todas as áreas, não só para ciências. São atividades que posso fazer em uma aula de português porque vai desenvolver o raciocino científico a qualquer momento”, afirma. Confira as fotos dos encontros de formação de professores em Porto Alegre:   Este slideshow necessita de JavaScript....

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1º encontro de formação foi em São Bernardo

1º encontro de formação foi em São Bernardo

Os primeiros encontros de formação com os professores participantes de TIM Faz Ciência estão sendo um sucesso! O primeiro deles aconteceu na noite do dia 24 de abril, em São Bernardo do Campo (SP), no CENFORPE (Centro de Formação dos Profissionais da Educação), com a presença de mais de 100 educadores. Os professores inscritos no programa receberam e conheceram os materiais didáticos e a proposta de TIM Faz Ciência e fizeram perguntas sobre as atividades. Quem participou do encontro pode assistir à aula inaugural de TIM Faz Ciência, dada pelo professor José Sérgio Carvalho, que explicou o programa, por que foram escolhidas as 7 operações, e também falou um pouco do pensador Neil Postman. Depois foi a vez de César Nunes apresentar os materiais didáticos e as atividades, e fazer alguns exercícios com os professores que participaram do encontro. No final, todos participaram de um bate-papo para sanar qualquer dúvida e conversar mais sobre a proposta. Foi uma ótima noite! Dá pra ver pelas fotos!   Este slideshow necessita de...

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Reunião sobre TIM Faz Ciência com Secretaria de BH

Reunião sobre TIM Faz Ciência com Secretaria de BH

No dia 16 de abril, a equipe de TIM Faz Ciência visitou mais uma cidade. Dessa vez foi Belo Horizonte (MG), para um encontro com a equipe da Gerência da Educação Básica e Inclusão da Secretaria Municipal de Educação. Durante a reunião foram apresentados os materiais didáticos que fazem parte do kit do programa. O pessoal gostou bastante dos recursos! Participaram da reunião a gerente Adriana Mota, além de Maria Célia da Cunha Pinto, Flavia Juliana Silva Ribeiro e Andréa de Souza. O encontro de formação de Belo Horizonte está pré-agendado para o dia 27 de maio....

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Questionar para entender que a ciência é dinâmica

Questionar para entender que a ciência é dinâmica

A ciência é dinâmica e recebe novas informações constantemente. Algumas dessas novas informações atualizam o que sabíamos anteriormente. Um exemplo é o caso de Plutão: depois de muita discussão entre cientistas, ele deixou de ser considerado o 9º planeta do Sistema Solar e entrou para a categoria de planeta-anão – se consultarmos um livro de ciências bem atual veremos que o Sistema Solar possui oito planetas, e não mais nove, como aprendíamos na escola até 2006. Graças a essa característica da ciência, às vezes acontece do professor ensinar para seus alunos algum determinado fenômeno que, no futuro, pode ser dinamizado com o surgimento de uma nova teoria. Este é um dos pontos mais importantes desse campo do conhecimento e, ao mesmo tempo, um desafio para os educadores. “Ao contrário do que se acredita, a ciência é uma matéria interpretativa, que exige menos de fatos e mais de argumentos”, explica Mauricio dos Santos Matos, professor do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Universidade de São Paulo. Por isso, fazer o estudante questionar por meio de desafios ou exercícios práticos, vai ajudá-lo a entender a dinâmica da ciência e também a compreender seus outros aspectos. O desafio está em criar modelos que façam as crianças terem curiosidade sobre as coisas. “As aulas estão estruturadas em uma lógica, baseada em repetições e modelos, o que pode restringir os argumentos dos alunos”, afirma Mauricio. Ao educador cabe estimular a construção do pensamento científico da criança: “Mostre que a ciência também tem um passado”. O importante é que a criança entenda que a ciência precisa de lacunas – mistérios, fatos inacabados – para continuar a ser estudada. Criar exercícios práticos e mostrar fenômenos recentes, ou que sofreram alteração com o decorrer do tempo, pode facilitar o entendimento sobre essa dinâmica. Jogos que estimulem a imaginação também ajudam os alunos a se perguntar e querer saber mais sobre ciência. Além disso, trazer para a turma outros materiais didáticos e revistas ajuda a incrementar o conteúdo, e aulas externas possibilitam criar uma linha de discussão fora do contexto...

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TIM Faz Ciência já está na estrada

TIM Faz Ciência já está na estrada

Os primeiros encontros de formação do programa foram marcados para o dia 24 de abril, em São Bernardo do Campo e Porto Alegre Os primeiros encontros de formação do Programa TIM Faz Ciência já estão marcados: vão ser em São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo, no dia 24 de abril, e em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, nos dias 24 e 26 de abril. Várias outras cidades também receberão encontros de formação, conforme a quantidade de professores inscritos em cada local. Em São Bernardo e Porto Alegre, os eventos serão realizados com o apoio das Secretarias Municipais de Educação e contarão com a presença de especialistas que contribuíram para a elaboração dos materiais didáticos e dos vídeos da Galeria dos Pensadores. Na ocasião, a equipe do projeto apresentará a proposta e distribuirá os kits de TIM Faz Ciência para os participantes do programa. Cada kit contém: 7 Cadernos do Professor, sobre cada uma das 7 operações intelectuais; 1 Bula para o professor, com informações sobre as atividades; 35 Cadernos do Estudante; 1 DVD duplo com videoaulas do professor José Sérgio Carvalho e histórias contadas por Kiara Terra; e uma bolsa, onde todo o material está contido. Em breve divulgaremos as outras cidades que também receberão encontros de formação e as datas dos...

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Criatividade na infância reflete na vida adulta

Criatividade na infância reflete na vida adulta

Uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, comprovou uma coisa que muito professor já imagina: crianças que participam de atividades criativas na infância têm mais chance de se tornar adultos inventores. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram um grupo de ex-estudantes de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Eles viram que aqueles que haviam se tornado mais bem-sucedidos quando adultos haviam feito atividades que estimulam a criatividade durante a infância. É por essas e outras razões que a criatividade deve ser estimulada na sala de aula – e o professor de ciência pode contribuir, e muito, para isso. “Muito dos trabalhos podem ser rotineiros, mas também existem tarefas que são práticas e exigem mais da criatividade”, explica o professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, Eduardo Mortimer. “O interessante é estimular o raciocínio da criança com atividades táteis, onde elas possam tocar as coisas em laboratórios. Entrar em contato com a natureza em parques, mostrar a ciência dentro e fora da rotina, como levar as crianças a planetários e museus”, recomenda. Outra ideia é fazer atividades práticas ou jogos em sala de aula, convidando as crianças a questionar mais e formular hipóteses para o tema em questão. Para Eduardo, a criatividade é um componente fundamental do trabalho científico. “Você tem que ir além do conhecimento técnico. De fato, ‘pensar fora da caixa’”, afirma. De acordo com o professor, trabalhar com ciência requer muito da intuição do cientista, que é desenvolvida a partir da criatividade. “Você pode tirar por Albert Einstein, que era apaixonado por música”, completa.   Acesse o link para saber mais sobre a pesquisa da Universidade Estadual de Michigan:...

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Tudo sobre ciência em um só lugar

Tudo sobre ciência em um só lugar

Você já precisou procurar informações sobre ciência na internet e ficou perdido? Pois um pesquisador de São Paulo teve uma ótima ideia pra acabar com esse problema: criou um agregador de conteúdo sobre diferentes áreas da ciência, que reúne em um só lugar publicações de 65 blogs de professores, pesquisadores, estudantes e jornalistas especializados em ciência. É o Periódico, que tem o objetivo de divulgar ciência para quem não é cientista e esclarecer assuntos mais complexos (como normas técnicas, por exemplo). Quem está por trás da iniciativa é o desenvolvedor de software e doutorando em Engenharia Elétrica na Universidade de São Paulo (USP) Felipe Saraiva, de 25 anos. “Desde pequeno, quando eu via figuras científicas tinha curiosidade em me aprofundar no assunto. De repente, me despertou a vontade de fazer ciência”, afirma. Felipe diz que sua paixão pela ciência não só influenciou seus projetos, mas também o impulsionou a levar essa paixão para mais pessoas. “Eu queria ser cientista e também compartilhar o que eu aprendia com as outras pessoas. Foi aí que eu descobri que era possível unir as duas vontades: eu poderia ser cientista e ser professor. Hoje este é o meu objetivo principal de carreira”, conta. A função principal do Periódico é aumentar a divulgação dos blogs relacionados, já que a difusão da ciência é fundamental e ainda precisa ser estimulada no Brasil. “Funciona como um feed de notícias sobre ciências. Você lê os blogs cadastrados, clica no link do conteúdo que quer ler, e já é direcionado para o blog original”, explica. Os leitores são estudantes, principalmente universitários, de Química, Biologia e Física. “Professores e estudantes interessados em ciência também entram. Sabemos quem entra, pois muitos deles nos enviam e-mail”, comenta. Ficou interessado? Qualquer pessoa pode acessar ou se cadastrar no agregador para disponibilizar suas publicações e ler as publicações disponíveis lá. O acesso e cadastro de publicação são gratuitos. Para saber mais, acesse:...

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Jogos educativos na sala de aula

Jogos educativos na sala de aula

Há várias formas de fazer com que as aulas de ciência se tornem um momento de diversão, sem deixar de lado aprendizagem. Uma dessas formas são os jogos educativos, atividades práticas nas quais as crianças brincam enquanto absorvem os conteúdos da aula. Esse tipo de proposta faz sucesso e prende mais a atenção dos alunos – além de envolver as crianças para aprender, por exemplo, uma fórmula mais complexa (para os mais velhos), ou fazê-las entender como a ciência funciona no cotidiano. O professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Rio Claro Marcus Vinicius Maltempi, que é especialista em jogos eletrônicos e educação, explica que as crianças absorvem mais informações quando realizam uma atividade prática. Entre as opções há vários tipos de jogos que podem ser explorados nas salas de aula, como os competitivos (que envolvem equipes, prêmios e disputa cronometrada): “O professor explora mais o conceito de ‘perder e ganhar’, por isso também é uma opção delicada. São jogos empolgantes, mas que devem ser inseridos com cautela para conseguir lidar com possíveis conflitos”, explica. Existem também os jogos colaborativos: “Jogos interpretativos, onde não há vencedores. Você pode criar papéis para eles, dar mais autonomia”, afirma. Marcus Vinicius conta que todos nós temos uma ligação muito forte com os jogos. “Faz parte do nosso desenvolvimento intelectual”, reforça. No ambiente escolar, os jogos promovem uma maior interação social (principalmente aqueles em grupo), pois estabelecem o conceito de equipe e cooperação, facilitam a aprendizagem e ajudam na motivação. “Você une a diversão com o conhecimento. O aluno fica mais flexível e pode aprender mais fácil as matérias”, explica Marcus Vinicius. Mas também é preciso tomar cuidados: os jogos também podem provocar a dispersão – principalmente em salas numerosas. A dica é dosar a parte teórica e a prática. “O ideal é não separar a teoria do jogo. Uma opção é explicar o jogo com as teorias dadas em aula”, informa. Outro alerta vai para o momento de preparar a aula: o papel do professor, ao trazer para a sala de aula um jogo novo, é organizar o ambiente. Fique atento para adaptar o jogo à classe, já que cada grupo de alunos tem sua peculiaridade. “Busque mobilizar o aluno para o conhecimento, procure atividades que sejam dinâmicas e aproxime de sua rotina”, recomenda o...

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