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Desenhos para explicar, definir e contar histórias
Uma das atividades mais divertidas de se fazer na escola e nas horas de lazer é desenhar! Dá para soltar a imaginação, criar cenários e personagens e deixar tudo bem colorido. O desenho também é uma forma de nos expressarmos, registrar coisas que aprendemos e até explicar melhor algum assunto. Nos percursos de TIM Faz Ciência, a criançada também é convidada a desenhar em alguns dos desafios. E as professoras usaram bastante esse recurso em suas atividades. Os alunos do 5º ano da professora Francieli Antônia dos Santos, da EMEB Edson Danillo Dotto, de São Bernardo do Campo (SP), observaram o recreio de todas as turmas da escola. Depois, classificaram as atitudes das crianças nesse intervalo, com categorias como o que era bom, o que precisava melhorar e o que poderia machucar. Eles conversaram bastante e decidiram passar em cada sala para conscientizar os colegas sobre algumas atitudes que poderiam deixar o recreio melhor para todo mundo. Para isso, fizeram cartazes com desenhos bem chamativos dessas dicas, que depois foram expostos no refeitório e no pátio. Na EEM Oswaldo Cruz, de Duque de Caxias (RJ), a turma do 5º ano da professora Bianca de Lima Maia fez uma grande pesquisa sobre o DNA, aquela molécula que tem todas as informações sobre o nosso organismo. Para definir o que é o DNA, eles fizeram desenhos, textos e poemas, que foram colocados no mural de TIM Faz Ciência da sala. Além disso, usaram as operações “Aplicar” e “Generalizar” para estudar as diferenças entre o DNA de várias espécies na natureza. No final, cada grupo apresentou seu trabalho para a classe. As histórias de cada etapa de TIM Faz Ciência ganharam ilustrações todas coloridas na EMEF Gabriel Obino, de Porto Alegre (RS)! Os alunos do 5º ano da professora Denise Santos Vieira montaram grandes painéis com alguns dos desenhos e colocaram nas paredes da...
Atividades criativas com as operações de TFC
Além dos desafios do Caderno do Estudante, os professores estão organizando atividades muito bacanas e criativas com suas turmas usando as operações de TIM Faz Ciência! A turma do 4º ano da EPG Crispiniano Soares, de Guarulhos (SP), fez um projeto de decomposição de alimentos. Cada aluno escolheu um alimento, que podia ser um legume, uma fruta, uma verdura ou uma carne, e colocou dentro de um vidro transparente. Durante 15 dias, eles observaram e registraram o que aconteceu com os alimentos, que se transformaram com a ação de fungos e bactérias. No final, todos mostraram sua experiência em uma exposição na escola! Veja as fotos enviadas pela professora Renata Calenti Freitas dos Santos. A professora Anne Karoline Bezerra, da EEF Poetisa Abigail Sampaio, de São Gonçalo do Amarante (CE), perguntou às crianças do 5º ano todas as palavras que poderiam definir ou estar relacionadas aos aparelhos circulatório e respiratório. Em seguida, ela mostrou que há máquinas que nos ajudam a observar diferentes partes de dentro do nosso corpo, como o aparelho de raio X. A turma criou hipóteses sobre como funciona esse aparelho e fez uma pesquisa para verificá-las. Eles também usaram caixas de papelão para construir suas máquinas de raio X. Além disso, as crianças apresentaram na Feira de Ciências da escola diferentes plantas medicinais que haviam classificado em sala de aula, além de oferecer chás feitos com essas plantas a todos os participantes da feira! Já os alunos do 4º ano da EM Sônia Parreira Debei, de Londrina (PR), fizeram algumas perguntas à professora Giselle Vieira Barbosa durante um estudo sobre a água. Por que dói quando pulamos de barriga na água? Por que alguns animais conseguem andar sobre a água? E a professora acrescentou: por que quando lavamos algumas coisas apenas com água não sai a sujeira? Todos escreveram suas hipóteses sobre as perguntas. Para ajudá-los a verificar essas questões, Giselle primeiro passou um vídeo do canal Manual do Mundo com uma experiência que envolve a tensão superficial da água. Depois de aguçar a curiosidade da criançada, ela mesma fez uma experiência com a turma. A professora colocou uma agulha em um aquário com água e pediu para a turma observar o que iria acontecer: a agulha não afundou. E quando colocasse detergente, será que ela iria afundar? Os alunos disseram suas opiniões, para depois observar que a agulha afundou. Eles criaram mais hipóteses para explicar o que aconteceu, e a professora mostrou alguns vídeos que também falam sobre essa experiência. Confira alguns registros que a turma fez dessa...
Animais imortais: eles existem na natureza!
O ciclo da vida é simples: nós nascemos, vivemos e morremos. Às vezes a morte é causada por predadores, doenças ou outras causas que interrompem esse curso natural. Ou então, chega o momento em que o organismo dos seres vivos começa a envelhecer e não funcionar como antes. Mas algumas espécies desafiam esse ciclo: elas parecem ser biologicamente imortais! Isso significa que esses seres não envelhecem – eles só morrem em consequência de alguma causa não natural, como as que mencionamos antes. Os cientistas ainda não conseguiram saber se esses animais podem morrer naturalmente algum dia. Mas, mesmo se não forem imortais, são o mais próximo que os seres vivos conseguem chegar da vida eterna. Conheça alguns desses sobreviventes a seguir. Hidra A hidra é um bicho muito pequenininho, com poucos centímetros de altura, que vive na água doce. Seu organismo produz uma grande quantidade de células-tronco, que podem se dividir e se transformar em outros tipos de células – e nosso corpo é formado por trilhões delas. Em outros seres vivos, as células-tronco começam a envelhecer e perder essa capacidade depois de um tempo. Mas com a hidra é diferente. Além de não envelhecer, se seu corpo for cortado em pedaços, cada pedaço consegue se regenerar e formar uma nova hidra! Turritopsis dohrnii Esse termo complicado é o nome científico de uma espécie de água-viva que tem o tamanho de uma unha do dedo mindinho. Ela tem uma capacidade incrível: a de voltar ao seu primeiro estágio de vida, um pólipo! Isso acontece quando ela se sente ameaçada, com fome ou sob algum tipo de estresse. Nessas situações, a Turritopsis dohrnii consegue transformar todas as suas células até se tornar jovem de novo – e esse processo pode acontecer inúmeras vezes. Planária Assim como no caso da hidra, as células desse verme minúsculo não perdem sua capacidade de se reproduzir e se regenerar. Seu organismo produz o tempo todo uma substância chamada telomerase, que ajuda a proteger as células do envelhecimento – em outros seres, essa substância só é produzida até uma parte da vida. As planárias também se transformam em novos vermes quando são cortadas em pedaços. Em um experimento da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, pesquisadores conseguiram criar mais de 20 mil planárias a partir de um único exemplar! Créditos das fotos: Hidra – Przemysław Malkowski/Wikimedia Commons Turritopsis dohrnii – Foto originalmente publicada no site da revista Superinteressante Planária – H. Gutierrez/Wikimedia...
Uma pasta especial para TIM Faz Ciência
A professora Maria José Coelho da Silva, da EM Bartolomeu Fraga, de Miracema do Tocantins (TO), reuniu algumas fotos e atividades da sua turma do 4º ano durante o percurso de TIM Faz Ciência em uma pasta toda decorada! A capa foi encadernada com um tecido bem bonito e os registros foram divididos etapa por etapa em envelopes plásticos. Veja como ficou caprichado! Em “Observar”, a turma fez desenhos do recreio e da história de Zé e Doroteia, mostrando desde o dia em que Zé encontrou Doroteia até quando finalizou seu primeiro livro! Eles também criaram jogos para o Desafio Nível 2 de “Verificar” e escreveram cartas bem legais para o seu próprio corpo em “Classificar”. As crianças inventaram seus próprios exercícios no Desafio Nível 2 de “Definir”. Na Parte 1, elas criaram um campo de significados para a palavra “amizade”. Até o formato do campo, um coração, já deu uma ideia dos significados tão bonitos dessa palavra! E a Parte 2 foi transformada em uma atividade divertida, na qual eles escreveram um texto inteiro substituindo algumas palavras por suas descrições ou significados, usando também figuras para representá-las. Mais cartinhas foram escritas no percurso “Questionar”: desta vez, para as crianças do programa “Fora da Escola Não Pode!”, do UNICEF. A turma escreveu coisas bem legais sobre a escola para mostrar como é importante estudar. Além disso, criaram novas trilhas das palavras em “Aplicar” e completaram os exercícios do Desafio Nível 2 de...
TFC premia professores destaque de 2014
O Programa TIM Faz Ciência começou em abril deste ano, e já conta com uma grande adesão de professores. São 2.400 educadores participando dessa jornada e compartilhando experiências incríveis! Recebemos diariamente relatos de atividades criativas feitas durante o percurso, dentro e fora da sala de aula. E para homenagear os professores que se destacaram neste ano, o Instituto TIM realizou uma cerimônia de premiação em Porto Alegre (RS), no dia 27 de novembro. Foi uma tarefa bastante difícil escolher apenas três entre tantos professores dedicados, que realizaram as atividades com muito empenho e motivação. Nós vemos o ótimo resultado desse trabalho todos os dias, nas centenas de relatos que recebemos dos professores e também de estudantes, que deixam seu depoimento aqui no site. Nosso desejo era premiar muito mais educadores! Mas escolhemos três para representar nosso agradecimento a todos que participaram e fizeram de TIM Faz Ciência um sucesso neste ano. Para isso, alguns critérios foram levados em consideração: a participação nos encontros de formação, o envolvimento com o site do programa e o envio de atividades para a Central de Relacionamento. E os professores premiados foram Elba José Cidade Moura, do 4º ano da EMEF Governador Ildo Meneghetti, de Porto Alegre (RS); Glória Maria Silva Hamelak, do 4º e 5º ano da EM Antônio Mendes, de Fortaleza (CE); e Samuel Ricardo Dias Macedo, do 4º ano da EMEIEF Tarsila do Amaral, de Santo André (SP). Os relatos de Samuel sobre cada percurso em sua turma foram tão completos, que serviram de exemplo para outros professores do programa. Glória, entre outras ações, apresentou um seminário sobre sua experiência com TIM Faz Ciência na I Mostra de Leitura e Escrita e Experiências Exitosas do Distrito Educacional I em Fortaleza, organizada pela Secretaria Municipal de Educação. A turma de Elba teve uma iniciativa muito bacana durante o percurso de TIM Faz Ciência: em “Questionar”, eles escreveram cartinhas para o colega Patrick, que não estava mais vindo às aulas. Elba enviou as cartas para Patrick, que depois voltou a frequentar a escola! Os três receberam um troféu entregue pelo presidente do Instituto TIM, Manoel Horacio, pela secretária de Educação de Porto Alegre, Cleci Maria Jurach, e pelo doutor em Física e especialista em Ensino para a Compreensão e Avaliação Educacional Cesar Nunes. “Vocês estão trabalhando com as crianças que podem fazer deste país um lugar melhor. Esperamos que este prêmio simbolize a nossa homenagem a todos os professores que contribuíram para a educação neste ano”, disse Manoel Horacio antes de anunciar os homenageados. O evento teve a contadora de histórias Kiara Terra como mestre de cerimônias e contou com a participação de representantes das secretarias de educação de Santo André, Fortaleza e São Bernardo do Campo (SP). Diretores e professores que participaram de TIM Faz Ciência nessas cidades, em Porto Alegre e em São Paulo (SP) prestigiaram a premiação. A professora Glória nos enviou uma foto de sua turma toda feliz com o troféu, além de uma mensagem de agradecimento. “Quero expressar meu sincero agradecimento à equipe do Programa TIM Faz Ciência pelo prêmio recebido”, disse ela. “E a meus alunos, cujo interesse e melhora no desempenho demonstra a relevância da implantação do Programa TIM Faz Ciência na sala de aula.” Saiba mais sobre algumas das atividades realizadas...
“Aplicar” na preservação do rio Paraguaçu
A etapa “Aplicar” foi realizada na EM Francisco Benjamim, de Rafael Jambeiro (BA), junto a um projeto ambiental da turma do 4º ano, chamado “Primavera, Ecologia e o Rio Paraguaçu”. Este rio é um dos principais da Bahia, mas enfrenta problemas com a polução e o desmatamento de suas margens. A professora Girlândia Correia da Silva levou os alunos até lá para ver de perto a situação em que o rio se encontra. Eles perceberam como algumas atitudes das pessoas podem prejudicar a natureza. Em sala de aula, Girlândia propôs atividades com a música “Planeta Azul”, de Chitãozinho e Xororó, que fala sobre os problemas no meio ambiente. Então, a criançada aplicou tudo o que aprendeu para conscientizar os moradores do bairro sobre a preservação do rio. Eles criaram desenhos e textos sobre o assunto, fizeram panfletos para distribuir à comunidade e conversaram com os moradores. Além disso, recolheram o lixo que estava nas margens do rio e plantaram árvores no local. Tudo foi encerrado com um piquenique à beira do rio! Em uma visita a um posto de saúde da cidade, os alunos verificaram como funciona o dia a dia no local. Eles conheceram os materiais usados nas consultas, as salas de atendimento, o que faz cada funcionário e aprenderam dicas de higiene corporal. Ainda no percurso “Verificar”, a turma toda adorou a história “O estranho caso do rocambole de cinco voltas”, e preparou um rocambole delicioso na sala! Uma experiência que a professora fez gerou muitos questionamentos das crianças. Ela misturou leite, corantes e detergente, que formou um líquido com um visual todo colorido! “O mais legal da experiência não foi apenas o resultado bonito que ficou, mas mostrar aos alunos o que é a tensão superficial dos líquidos e o que acontece quando ela é rompida”, disse Girlândia. A classe ficou tão empolgada que a professora fez outros experimentos. E até um dos alunos apresentou uma experiência que ele mesmo tinha feito: um vulcão em erupção, usando corante, fermento e...
A evolução ilustrada por crianças do EF
O animador Tyler Rhodes, dos Estados Unidos, mostrou uma maneira muito criativa de explicar o tema “evolução” a crianças do Ensino Fundamental I! Normalmente, a primeira imagem que temos da evolução é do homem das cavernas se transformando no ser humano de hoje, com várias representações enfileiradas em um desenho. A ideia de Tyler era que os alunos percebessem como todos os ancestrais de um ser vivo estão ligados, como se fossem as ramificações de uma árvore, e que uma espécie pode dar origem a muitas outras. Para isso, ele fez uma brincadeira parecida com “telefone sem fio” com grupos de alunos de várias escolas. Tyler inventou um animal parecido com uma salamandra e pediu que as crianças desenhassem suas próprias versões do bicho. Os desenhos tiveram mudanças em relação ao original, já que cada um tem seu jeito de desenhar. Então, ele começou a criar situações que causariam a extinção da maioria desses animais, sobrando apenas alguns. Os motivos eram variados: mudanças no clima e no ambiente, fenômenos naturais, a presença de predadores… E os grupos tinham que escolher entre os desenhos quais seriam as espécies que se adaptariam melhor às mudanças, criando novas figuras a partir de cada etapa. Assim, Tyler conseguiu centenas de espécies diferentes desenhadas pelos alunos! Todas vieram da primeira criatura que ele inventou, mas com características diferentes. Algumas tinham escamas, outras tinham chifres, nadadeiras, rabos longos ou curtinhos e muito mais. Ele usou cerca de 100 desses desenhos para fazer uma animação mostrando a evolução desses animais, contando com a ajuda das crianças para fazer os efeitos sonoros. Olha só como ficou bacana! Fazer uma animação desse tipo é difícil, mas a atividade com os desenhos é bem legal para envolver as crianças e ajudá-las a entender de um jeito divertido como acontece a evolução no planeta. Tyler mantém um blog desse projeto em inglês, e você pode acessá-lo neste...
Um grilo, uma petúnia e muita observação!
O percurso “Observar” foi cheio de descobertas na EMEB Professor Otílio de Oliveira, de São Bernardo do Campo (SP)! Lá não tem recreio, mas a professora Rubia Ozaki planejou alguns momentos de recreação para a turma do 4º ano observar, com várias brincadeiras e jogos. As crianças também plantaram uma flor na sala de aula para observar todas as etapas de seu crescimento. A flor escolhida foi a petúnia. Duas alunas anotaram como foi feito o plantio das sementinhas, e a cada semana a turma registrou e fotografou o crescimento da petúnia. “As crianças ficavam ansiosas para ver a plantinha! Chegavam na sala de aula e já iam direto olhar o vasinho na janela”, contou Rubia. Mas a partir da quarta semana a flor começou a morrer. A turma logo se reuniu para levantar as hipóteses sobre o motivo de isso ter acontecido. Discutiram se colocaram água demais no vaso, se a planta precisava de alguma vitamina ou adubo e também se ela poderia ter ficado dentro da sala de aula. Mesmo sem descobrir qual a resposta certa, a professora disse que a experiência foi muito gostosa para todo mundo! E as atividades não pararam por aí! Durante uma brincadeira no pátio, um dos alunos encontrou um grilo. Quando a turma levou o bichinho para a sala, percebeu que ele não tinha uma das patas. Então, as crianças resolveram ficar com o inseto e cuidar dele todos os dias! Rubia trouxe uma caixinha com vários furinhos, bastante terra e comidinhas, como água, alface e um pedaço de mamão. Todo mundo se revezou para levar o bichinho para casa e observá-lo mais de perto. Uma aluna trouxe um tecido furado para deixar ainda mais ar na casinha dele. Mas esse grilo seria fêmea ou macho? Uma das crianças pesquisou em casa como poderiam descobrir esse detalhe. Eles perceberam que era uma fêmea, porque ela tem as asas lisas, não tem pelos nas pernas e não canta. Depois de uma votação, a classe deu a ela o nome de Mel! “Foi muito interessante. Eles fizeram várias observações, buscaram informações e me provaram que o grilo era fêmea. Observaram que o grilo gostou do mamão, já que a banana foi rejeitada, e que ele pega as folhinhas com as ‘mãos’, como disseram os alunos”, relatou a professora. Nessa pesquisa a criançada também descobriu que os filhotinhos demoram cerca de 20 dias para sair dos ovos e que eles vivem aproximadamente um ano. Eles gostaram tanto do que aprenderam, que foram até a sala do 3º ano apresentar a Mel e falar um pouco sobre a vida dos...
Etapa por etapa registradas em vídeo no RS
Os alunos de 4º e 5º ano da EMEF Afonso Guerreiro Lima, de Porto Alegre (RS), já concluíram o percurso de TIM Faz Ciência! A professora Carina Schmidt Ribeiro nos enviou muitos vídeos, imagens e relatos de todas as etapas, que contaram com atividades muito legais! Depois de ler “A história de Zé, Doroteia e as árvores”, em “Observar”, os alunos escreveram tudo o que observaram no trajeto da escola até suas casas, e ainda criaram novos finais para essa história. Ao perceber que há bastante desorganização no recreio, a turma escreveu uma carta coletiva à direção da escola com sugestões para melhorá-lo. No vídeo a seguir, a turma discute a história de Zé e Doroteia. Você também pode ver outros vídeos desse percurso aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. As crianças gostaram bastante de fazer as atividades de “Verificar”. Veja só o depoimento das alunas Kerulen e Juliana sobre as histórias “O estranho caso do rocambole de cinco voltas” e “O estranho caso das mulheres de Viena”. Em “Classificar”, a turma fez uma brincadeira em dois grandes grupos, na qual um grupo dava um exemplo de propaganda e o outro tinha que dizer quais eram os critérios de persuasão usados. Eles também receberam livros com figuras de animais para recortá-las e separá-las de acordo com os critérios que escolhessem. Confira abaixo a discussão da sala sobre a história “A garça e o rinoceronte” e outros vídeos da etapa aqui, aqui e aqui. Aproveitando as atividades de “Questionar”, a professora conversou com a sala sobre puberdade. Os alunos organizaram um teatro com personagens da Turma da Mônica para refletir sobre as diferenças entre o que as crianças e os adolescentes pensam sobre o sexo oposto. Então, eles usaram os pronomes interrogativos para entrevistar colegas de 10 a 14 anos sobre adolescência e puberdade. Além disso, Carina criou uma caixinha de questionamentos, para todos colocarem suas dúvidas em relação ao assunto. Veja como ficaram o teatrinho da Turma da Mônica e outras atividades aqui, aqui e aqui. Será que existem palavrões ou palavras mal-educadas no dicionário? Olha só o que a turma encontrou na atividade de “Definir”. Carina contou que depois de ter feito tantas atividades, as crianças ficaram mais participativas a cada etapa! Dá para perceber nos vídeos das discussões em sala e dos jogos do Desafio Nível 3, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Olha só a turma fazendo a dobradura de “Aplicar” do Caderno do Estudante. Além das atividades de “Generalizar” (você pode conferir algumas aqui, aqui e aqui), a criançada montou um grande mural com suas impressões de cada etapa do percurso. E para concluir TIM Faz Ciência como verdadeiros cientistas, os alunos fizeram dois trabalhos usando o método científico, com tema, problema, hipóteses, desenvolvimento, conclusão e bibliografia. No primeiro, cada grupo pesquisou sobre uma invenção diferente. Todos apresentaram suas descobertas na Multifeira da escola! Confira os vídeos das apresentações aqui, aqui, aqui e aqui. O outro trabalho foi de observação e pesquisa sobre árvores e folhas. Algumas das hipóteses e conclusões das crianças também foram registradas em vídeo, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. E quer saber o que a turma mais gostou em toda essa jornada? Eles contam a seguir!...
Caindo no vácuo: uma experiência impressionante!
O que cai mais rápido: uma pena ou uma bola de boliche? A resposta está na ponta da língua: a bola de boliche. Mas você vai repensar esse resultado ao ver a experiência feita por um físico da Inglaterra chamado Brian Cox. Ele foi até a maior câmara de vácuo do mundo para mostrar que os dois objetos caem com a mesma velocidade. Essa câmara é da NASA, a agência espacial dos Estados Unidos, e é um local onde é possível retirar todo o ar que existe dentro dele, assim como no espaço. Foi nessas condições que Brian fez seu experimento. Veja o que acontece no vídeo abaixo a partir de 2’50” (o vídeo está em inglês). Impressionante, não é mesmo? É que se soltarmos esses objetos nas condições normais, o ar aplica uma força de resistência diferente para cada um dos objetos, já que eles têm formatos e tamanhos diferentes. Em outras palavras, o atrito da pena com o ar é maior do que o da bola de boliche. Um outro exemplo que explica isso é o do paraquedas. O seu formato faz com que a pessoa chegue mais devagar ao chão do que se estivesse sem ele. Quando retiramos o ar do ambiente, todos os objetos caem com a mesma velocidade em direção à Terra, não importa o formato, já que não existe o atrito com o ar. O grande físico Isaac Newton publicou um trabalho há muito tempo, no século 16, mostrando que a força da gravidade da Terra é o que atrai todos esses objetos de forma igual. Ele criou a lei da gravitação universal, que explica como a gravidade faz com que os corpos se atraiam. A gente também exerce uma força sobre a Terra, mas de maneira infinitamente menor. Por isso, tudo fica “preso” à superfície do planeta. Porém, no final do vídeo, Brian fala de um outro cientista famoso que mudou a forma como vemos a gravidade: Albert Einstein. Com sua teoria da relatividade, do começo do século passado, ele constatou que a gravidade não é apenas uma força que atrai os corpos, e sim um efeito das mudanças que esses corpos provocam no espaço-tempo. Parece complicado! Mas essa teoria revolucionou os estudos da física, e é mais uma prova de como a ciência é dinâmica e muda constantemente nossa forma de ver o...


