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Observação para verificar como são as formigas

Observação para verificar como são as formigas

A professora Glória Maria Silva Hamelak, da EM Antônio Mendes, em Fortaleza (CE), teve uma ideia para que os alunos do 4º e 5º ano registrassem suas descobertas com as atividades de TIM Faz Ciência: um caderno de memórias! Cada aluno leva o caderno para casa e escreve o que aprendeu durante o percurso, além de expectativas, dúvidas e qualquer outro comentário que queira fazer. Olha só como está ficando esse caderno! Na etapa “Observar”, Glória pediu que a turma definisse essa operação em uma palavra. O aluno Thiago explicou a escolha de algumas dessas palavras no vídeo a seguir.     O pessoal ficou bastante engajado para resolver o Desafio Nível 3 de “Verificar”, com as perguntas sobre as histórias do rocambole de cinco voltas e das mulheres de Viena. E esse percurso também foi usado na aula de artes, onde a turma fez desenhos relacionados às atividades.   Este slideshow necessita de JavaScript.   Para finalizar as duas etapas, a professora propôs que a sala estudasse um inseto bem pequenininho: a formiga. Primeiro, eles criaram hipóteses de como achavam que era o corpo desse inseto e o desenharam em seus cadernos. Em seguida, cada um explicou seu desenho – tinha desde formiguinhas sozinhas até em grupo, carregando folhas. Para verificar as hipóteses a turma colocou as formigas em lâminas e as observou com uma lupa binocular e um microscópio monocular, comparando com os desenhos. “Dessa forma, colocamos em práticas as operações ‘Observar’ e ‘Verificar’ e percebemos que há uma correlação entre as duas”, explica Glória. Este slideshow necessita de...

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Cartas para falar da importância de ir à escola

Cartas para falar da importância de ir à escola

A turma do 4º ano da EMEF Vereador Carlos Pessoa de Brum, em Porto Alegre (RS), gostou tanto do material de TIM Faz Ciência que a professora Sílvia de Oliveira Delgado resolveu dedicar duas aulas por semana ao programa – às vezes até mais! Ela começou com o percurso “Questionar”, e as crianças estranharam um pouco ter que fazer perguntas “ao contrário”, como elas disseram sobre os jogos do Desafio Nível 1. Mas logo pegaram o jeito e se divertiram muito com a brincadeira! No Desafio seguinte, os alunos ficaram curiosos para saber se existiam escolas em todos os lugares do mundo, até no Polo Norte. Surgiram também muitas perguntas sobre a importância da escola. Além de conversarem em sala com a professora, eles entrevistaram familiares e amigos sobre o assunto. Sílvia também mostrou um documentário que falava de trabalho infantil. Quando todos estavam por dentro do assunto, eles se prepararam para escrever uma carta às crianças que estão fora da escola, para depois enviar ao UNICEF. A professora mostrou modelos de cartas e explicou como elas são compostas. Primeiro, eles treinaram escrevendo cartas para quem escolhessem, e depois escreveram para as outras crianças.   Este slideshow necessita de JavaScript.   Em “Observar”, Sílvia comentou que as crianças iriam ouvir uma história que falava das árvores e pediu para que desenhassem as que conheciam. Elas perceberam que muitos desenhos eram parecidos e que na natureza não é assim, já que as árvores são diferentes umas das outras. A turma, então, se interessou em observar as árvores da escola e do bairro. Nas discussões em grupos sobre a observação do recreio também surgiu uma ideia bem legal: dar um nome para cada grupo e fazer plaquinhas para colocar na mesa.   Este slideshow necessita de JavaScript.   Para explicar sobre classificação, a professora distribuiu aos grupos alguns materiais, como brinquedos, material escolar e figuras de animais, pedindo para eles organizarem da maneira que achassem melhor. Então, ela disse que o que eles estavam fazendo tinha o nome de “Classificar”. Confira algumas fotos e vídeos dessa atividade.   Este slideshow necessita de JavaScript.   Sílvia comentou que as crianças estão participando bastante. “Tenho notado que estou mais próxima dos meus alunos, porque eles veem mais significado nas atividades propostas. Conversamos mais e damos muitas risadas com os vários assuntos que...

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Diferenças entre o céu visto do Brasil e do Japão

Diferenças entre o céu visto do Brasil e do Japão

A operação “Observar” foi levada até o espaço na EM Professora Maria José Dantas Carneiro, em Feira de Santana (BA)! É que o professor Cristiano Rodrigues de Abreu viu no site de TIM Faz Ciência o aplicativo Stellarium, que mostra o céu visto de diferentes lugares, e decidiu juntá-lo ao percurso e a outros conteúdos da turma em uma grande atividade. “Propus que eles observassem de forma detalhada a diferença entre o céu que a gente vê e o céu que os japoneses veem em determinado horário, já que estamos estudando mapas, planisfério e globo terrestre em geografia e o Sistema Solar em ciências”, relata Cristiano. Depois de explorar o aplicativo e fazer diversas pesquisas, a turma do 5º ano construiu maquetes do Sistema Solar. Os trabalhos ficaram muito caprichados!   Este slideshow necessita de JavaScript.   Ainda nesse percurso, a classe fez os jogos do Desafio Nível 1 e a observação do recreio, com diversas hipóteses e sugestões para melhorá-lo. Veja alguns dos resultados dessas atividades. Antes de começar “Verificar”, o professor mostrou à sala o vídeo “101 invenções que mudaram o mundo”, também indicado aqui no site. Após ler as histórias e responder às perguntas do Desafio Nível 3, todos fizeram o Desafio Nível 2, criando jogos para verificar certas situações. A seguir, você confere alguns deles.   Cristiano propôs que as crianças desenvolvessem experiências para a turma verificar se funcionariam. O aluno Thalisson criou brinquedos muito interessantes: um atirador de borrachas e um avião de isopor. Seguindo uma sugestão do professor, ele juntou as duas invenções e montou um atirador de aviões! “É incrível como as aulas ficam mais interessantes e atraentes quando passamos a utilizar o material de TIM Faz Ciência”, diz Cristiano.   Este slideshow necessita de...

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Secretarias de Educação: TFC fora da sala de aula

Secretarias de Educação: TFC fora da sala de aula

Quem acompanha o site e o Facebook de TIM Faz Ciência sabe que há milhares de professores e alunos envolvidos nas atividades do programa. Para que tudo isso aconteça, porém, há muito mais gente envolvida: as equipes das escolas, o pessoal aqui da Central de Relacionamento, os especialistas que participaram da redação dos materiais didáticos… Desse time faz parte também um grupo muito especial: as equipes pedagógicas das Secretarias Municipais de Educação. São pessoas dedicadas em dar todo o apoio, suporte e acompanhamento que os professores precisam para realizar TIM Faz Ciência em sala de aula da melhor forma possível. A gente traz aqui o relato de algumas pessoas dessas Secretarias, que se empenham a cada dia para que este programa seja um sucesso! Rafael Jambeiro (BA) Os professores se reúnem uma vez por mês na Secretaria para estudar o material de TIM Faz Ciência. Eles discutem dois percursos a cada encontro – uma forma de compartilhar experiências, tirar dúvidas e sugerir novas atividades aos colegas. “As ações e atividades que a gente propõe têm sido bem aceitas e aplicadas como uma perspectiva inovadora, tanto dentro como fora da sala de aula”, relata Jaqueline Carvalho, coordenadora pedagógica da SME. Para ela, acompanhar e motivar os professores têm sido uma experiência muito proveitosa. Dá para ver alguns exemplos do empenho do pessoal de Rafael Jambeiro aqui e aqui. Petrópolis (RJ) Antes de começar TIM Faz Ciência na sala de aula, os professores participaram de encontros para analisar o passo a passo de cada percurso, assistir às aulas do professor José Sérgio Carvalho e treinar alguns dos desafios do material didático. “Os professores gostaram das propostas dos jogos e têm aproveitado o material para trabalhar produção de textos com as crianças”, diz Mariana Amaral, coordenadora de Projetos de Leitura da Secretaria. E vem coisa por aí: a SME está pensando em fazer em novembro mostras de TIM Faz Ciência nas escolas, com jogos, cartazes, maquetes e outros trabalhos, para mostrar a toda a cidade o que tem sido feito pelos alunos e professores, como no exemplo de uma turma neste link. Teresópolis (RJ) Edma Correa Fernandes, orientadora pedagógica da SME, está indo ainda mais longe: ela mesma está visitando as escolas para acompanhar, orientar e tirar dúvidas dos professores. “Percebemos que os alunos e professores ficaram bem entusiasmados com o programa, e gostaram de como a proposta está organizada”, conta. A adesão dos professores é tanta que as escolas da cidade estão pensando em incluir TIM Faz Ciência em suas Feiras de Ciências. Aquiraz (CE) A cada mês os gestores e professores se encontram com o pessoal da Secretaria para discutir as atividades, conquistas e desafios que cada um anda enfrentando. Além da troca de experiências, esses encontros servem para organizar o percurso nas escolas – todas trabalham juntas, de acordo com um cronograma feito pela Secretaria especialmente para TIM Faz Ciência. Patricia Veloso, formadora de Literatura Infantil e Eixo do Leitor da SME, também visita os professores que precisam de um apoio maior. “O programa está sendo desenvolvido de forma dinâmica e, muitas vezes, é um suporte para que os alunos adquiram novas habilidades.” Veja neste link como foram alguns percursos em uma escola de Aquiraz. São Paulo (SP) Uma das coisas em que a Diretoria Regional de Educação (DRE)...

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Vários exemplos para falar sobre classificação

Vários exemplos para falar sobre classificação

A história de Zé e Doroteia combinou com o tema deste ano da Mostra Cultural da EMEF Almirante Ary Parreiras, em São Paulo (SP): “O bairro”. Aproveitando a leitura do texto, a professora Aline Nogueira Almeida propôs ao 4º ano que fizessem como o Zé e observassem seus caminhos de casa até a escola, reparando em tudo que nunca haviam notado antes. Eles perceberam coisas bem legais, como um pé de manga e um Fusca rosa. Depois, fizeram cartazes sobre essas observações. Nos jogos do Desafio Nível 1 de “Observar”, a professora também percebeu que as coisas que a gente já conhece podem nos levar a ter conclusões precipitadas. Por isso, reforçou aos alunos a diferença entre observação e inferência – ou, como a crianças disseram, entre o que vi e o que penso sobre o que vi. Aline deixou os alunos curiosos com o final da história “O estranho caso do rocambole de cinco voltas”, em “Verificar”. Ela não leu o texto até o final – ao invés disso, pediu que a turma escrevesse hipóteses sobre o que acontecia com o rocambole todos os anos. Em seguida, continuaram a leitura para verificar se as respostas estavam corretas e completaram os Desafios Nível 3 e Nível 2, com as questões sobre as histórias do rocambole e das mulheres de Viena e a criação de um jogo para verificar situações. Após ler a história “A garça e o rinoceronte”, em “Classificar”, a professora explicou o que era classificação. Para isso, perguntou como eles classificariam a própria turma. Uma das alunas disse que dividiria pelas mesas. Então, Aline mostrou que para classificar não basta dividir, é preciso usar critérios. Junto com a sala, ela usou vários exemplos para diferenciar a classificação objetiva da subjetiva. Um dos alunos disse que uma classificação subjetiva seria a divisão entre quem são seus amigos e quem não são. Outro, que poderia diferenciar os guarda-roupas de casa pelas roupas que estão em cada um. Para falar sobre a classificação objetiva, Aline deu o exemplo da classificação entre meninos e meninas. É a classificação que não pode ser negada, já que não depende de opiniões. Isso é diferente de uma classificação pelo comportamento dos alunos, que pode variar de acordo com a visão de cada professora. “Foi uma atividade muito bacana, porque eles interagiram muito bem”, disse Aline. “Todos estavam animados e vários queriam...

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Perguntas sobre animais viram livro no RS

Perguntas sobre animais viram livro no RS

Quando apresentou as atividades de TIM Faz Ciência aos seus alunos do 5º ano, a professora Marcia Haag Andrade logo ouviu muitas perguntas sobre ciências, dos mais diferentes tipos: desde qual combustível se usa nos aviões até de que forma se reproduzem alguns animais. O pessoal da EMEF Neusa Goulart Brizola, em Porto Alegre (RS), ficou tão empolgado que Marcia sugeriu que escrevessem as perguntas. Depois, todos colocaram os papeis em uma caixa de perguntas para responder durante o percurso. A turma se dividiu em duplas para observar o recreio, cada uma com um assunto diferente para observar, como as brincadeiras de meninos e meninas, o lugar onde as pessoas mais ficam e o que fazem os adultos. As duplas fizeram desenhos e textos sobre o que viram. As crianças acharam a atividade muito legal, mas algumas tiveram dificuldade para deixar a brincadeira de lado e observar o intervalo. Por isso, os próprios alunos sugeriram observar também a comunidade onde fica a escola, o Loteamento Cavalhada. A classe saiu junto com a professora para fazer essa observação.   Este slideshow necessita de JavaScript.   Em “Classificar”, a turma teve um desafio trabalhoso: classificar a vegetação da escola. Eles recolheram uma folha de cada árvore ou arbusto do pátio e as classificaram por tamanho e cor, colando-as em um cartaz. Foram 83 espécies encontradas! Os alunos também gostaram da experiência de escrever uma carta ao corpo, o que rendeu uma discussão sobre bullying. Lembram da caixa de perguntas? Ela não foi deixada de lado pela classe, que dividiu as perguntas em quatro classificações para buscar as respostas na biblioteca e na sala de informática. Uma das categorias virou um livro, chamado “Os segredos dos animais”! Os alunos também criaram poemas a partir da caixa de perguntas, dentro de um projeto de filosofia que existe na escola. Eles apresentaram o livro e seus poemas na Feira do Livro e nas Olimpíadas de Filosofia que aconteceram na EMEF. “Meus alunos conquistaram muitos conhecimentos nesse percurso. Melhoraram a escrita, desenvolveram a habilidade de pesquisar em livros ou na internet e de buscar respostas para seus questionamentos. Aprenderam a classificação dos animais de forma espontânea e natural. Com certeza continuarei, durante os outros percursos, a trabalhar as classificações e proporcionar aos meus alunos o desenvolvimento de outras competências”, relatou...

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Ciência desde cedo: iniciação científica no EF

Ciência desde cedo: iniciação científica no EF

Crianças também são cientistas. Quem afirma isso é Antonio Carlos Pavão, professor de química da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ele acompanha o ensino de ciências nas escolas há bastante tempo: é coordenador de ciências do Programa Nacional do Livro Didático do Ministério da Educação, membro do Conselho Técnico-Científico da Educação Básica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e diretor do Espaço Ciência, em Olinda (PE). Antonio acredita que se faz ciência na escola e que, por isso, é muito importante que as escolas incluam a iniciação científica em seu projeto pedagógico desde o ensino fundamental. Ele explica que é possível ensinar ciência fazendo ciência. São estudantes e professores investigando e construindo conhecimento juntos. “O professor não precisa saber tudo de ciência. É preciso ouvir os questionamentos dos alunos e trabalhar com eles para buscar as respostas na prática.” Até escolas com poucos recursos podem fazer experimentos simples para levar as crianças a novas descobertas. “Coloque uma vareta no chão e faça um relógio de sol, marcando as horas a partir das sombras. Depois, jogue fora a vareta. Vocês vão perceber que o relógio irá se atrasar após alguns dias. Isso mostra que o sol não passa todos os dias no mesmo lugar”, sugere o professor. A observação de insetos, árvores e até do corpo humano pode ser usada para o aprendizado dos alunos. Aí o que interessa não é a resposta certa, e sim o processo que as crianças passaram para chegar às respostas. “Quando desenvolvemos um espírito investigativo nos alunos, aumentamos seu aspecto crítico como cidadãos, que saberão responder aos questionamentos impostos pela sociedade. E isso se aplica a qualquer aspecto do dia a dia, desde a simples compra de um celular, que exige conhecimentos de tecnologia, até posicionamentos sobre diversos assuntos do cotidiano”, conclui Antonio. Para saber mais sobre o assunto, indicamos o livro “Quanta ciência há no ensino de ciências?” (editora EdUfscar), organizado pelo professor Antonio Carlos Pavão e por Denise de Freitas, com artigos de 27 autores sobre o ensino de ciências nas...

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Debates animados nas observações em Santo André

Debates animados nas observações em Santo André

A turma do 4º ano da EMEIEF Professor Paulo Freire, em Santo André (SP), concluiu o percurso “Observar” com muitos debates. A professora Selma Regina dos Santos misturou TIM Faz Ciência e Língua Portuguesa, com a observação da capa do livro “O Cavalo de Troia”, de Jacques Martin, e de algumas imagens sobre o assunto da história. Com a ajuda da monitora do laboratório de informática, os alunos pesquisaram sobre as invenções humanas e escolheram as que achavam mais úteis para a nossa vida. Cada um pesquisou imagens e informações sobre uma das 24 invenções selecionadas e a sala montou um grande mural.   Este slideshow necessita de JavaScript.   Os jogos do Desafio Nível 1 geraram muitas discussões na classe, tanto para falar sobre as dificuldades de cada um quanto para compartilhar as estratégias usadas. O que mais chamou a atenção das crianças foi o Jogo 3, “O que você vê?”. A professora pegou todos de surpresa ao sugerir que o homem da foto não estivesse gritando. Depois que alguns alunos tentaram mostrar por que ele estava gritando, Selma explicou a diferença entre observação e inferência. Para o Desafio Nível 3, a professora optou pela observação dos horários em que as turmas da Educação Infantil brincam no parque. Em grupos, a criançada levantou hipóteses sobre o que acontece nesses horários. Depois da observação, houve mais um debate na sala para ver se as hipóteses estavam certas, quais foram as dificuldades e situações diferentes encontradas e o que cada grupo concluiu. As observações e sugestões de atividades foram enviadas à professora da Educação Infantil.   Este slideshow necessita de JavaScript.   Selma conta que percebeu ainda mais o envolvimento dos alunos no programa durante a avaliação do percurso. Eles nunca haviam se avaliado antes e fizeram várias perguntas sobre como seria isso. Todo o processo de avaliação foi combinado em conjunto com a classe, que sugeriu muitas ideias para as marcações no mapa. “Os alunos gostaram bastante desta etapa do trabalho, e foi muito prazeroso para mim, como professora, perceber o quanto eles são questionadores em relação à avaliação de si mesmos e ao que realmente fazem”, disse...

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“Observar” e “Verificar” na rotina das aulas

“Observar” e “Verificar” na rotina das aulas

A turma da professora Analine Lannes, do CEU Regina Rocco Casa – Bloco 1, em São Bernardo do Campo (SP), tinha acabado de participar da Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA) quando começou o percurso de TIM Faz Ciência. Por isso, quando apresentou o projeto ao 5º ano D, Analine aproveitou essa experiência para falar às crianças sobre a importância dos estudos e pesquisas nas diferentes áreas científicas. Elas ficaram bem empolgadas com o material! Em “Observar”, a professora retomou o tema da OBA para explicar as diferenças entre “olhar” e “observar com foco”, como os astrônomos fazem. Depois, a classe fez uma roda de leitura para a história de Zé e Doroteia e se divertiu com os jogos do Desafio Nível 1. No desafio de observação do recreio, as crianças descobriram o que são hipóteses e como uma observação bem atenta pode mostrar se elas são verdadeiras ou falsas. Este slideshow necessita de JavaScript.   Os alunos começaram “Verificar” na sala multimídia da escola, assistindo aos vídeos com as histórias “O estranho caso das mulheres de Viena” (contada pelo professor José Sérgio Carvalho no vídeo da aula “Verificar”) e “O estranho caso do rocambole de cinco voltas”. Todos adoraram, assim como a professora. Ela contou que participou de uma formação sobre Práticas de Leitura na escola, e o material enriqueceu ainda mais esse aprendizado. Este slideshow necessita de JavaScript.   No fim desses dois percursos, a turma colocou em prática as operações para fazer uma atividade da aula de ciências. Eles construíram o sistema digestivo usando massinha. Para isso, tiveram que observar a figura de um livro e verificar onde ficavam as partes que estudaram do sistema digestivo. Este slideshow necessita de JavaScript.   Analine também apresentou aos alunos o site de TIM Faz Ciência, como uma sugestão para todos ficarem por dentro das novidades do programa e de notícias, acessando-o dentro e fora da sala de aula. Ela disse que já está ouvindo a classe falar com mais frequência os termos “observar” e “verificar” nas conversas durante as aulas. “Os alunos estão aprendendo, vivenciando e se divertindo muito a cada etapa explorada no...

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Os maiores dinossauros que habitaram a Terra

Os maiores dinossauros que habitaram a Terra

Neste mês, pesquisadores anunciaram a descoberta de um dos maiores dinossauros que já existiram na Terra. Os fósseis do Dreadnoughtus schrani foram encontrados na região da Patagônia, na Argentina. Pelos cálculos dos cientistas, ele deveria ter 26 metros de comprimento e pesava 60 toneladas, e ainda poderia ter crescido mais! Com os ossos que estavam no local, deu para saber como era 70% do seu esqueleto, uma quantidade bem grande em comparação com outros fósseis. Aliás, esse é um assunto que ainda divide as opiniões dos cientistas. Não dá para saber com certeza quais foram os maiores dinossauros que andaram pelo planeta, já que normalmente os esqueletos encontrados estão bastante incompletos. Mesmo assim, dá para ter uma ideia de outros integrantes desse grupo de gigantes. Veja alguns deles: Argentinossauro Antes do Dreadnoughtus schrani aparecer, o argentinossauro estava sempre no topo da lista dos grandes dinossauros. Na verdade, ele pode ter até medidas maiores: peso de 100 toneladas e comprimento de 37 metros. Mas poucos ossos foram encontrados para ter um cálculo exato. Esse grandalhão também foi achado na região da Patagônia argentina, que foi inspiração para o seu nome. Diplodoco Em pé nas patas traseiras, os diplodocos podiam alcançar 14 metros de altura. Metade do seu comprimento era da longa cauda, que funcionava como um chicote para se defender dos predadores. Seus fósseis foram descobertos nos Estados Unidos. O maior exemplar dessa espécie, o sismossauro, chegava a 33 metros da ponta da cauda até a cabeça. Sauroposeidon Achou o diplodoco alto? É porque ainda não conheceu o sauroposeidon. Só quatro ossos do seu pescoço foram encontrados nos Estados Unidos, o que deixa mais difícil de saber seu tamanho certo. Mas, se for como alguns pesquisadores calculam, esse teria sido o mais alto dos dinos, com 18 metros de altura. Ele é da família dos braquiossauros, que podiam esticar o pescoço a cerca de 13 metros do chão. Espinossauro Todos os maiores dinossauros tinham algo em comum: se alimentavam apenas de plantas. Dentre os carnívoros, o maior tinha 17 metros de comprimento e pesava 20 toneladas. Era o espinossauro, que vivia na região onde hoje é o deserto do Saara, no norte da África. Sua boca parecia a de um crocodilo, com grandes dentes para prender os peixes que iria...

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