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Classificar para verificar sobre descarte do lixo

Classificar para verificar sobre descarte do lixo

Em São Bernardo do Campo (SP), as professoras do 4º ano Magda Lúcia Pereira, Daniela Alves de Lima Barbosa, Raquel Malamam e Thays Helena de Souza, do CEU Celso Augusto Daniel, continuaram a proposta de unir TIM Faz Ciência com o projeto Descarte consciente do vidro no lixo doméstico. Na etapa “Classificar”, os alunos leram o texto “A garça e o rinoceronte” e desenharam o que cada personagem classificou na história. Depois de completar os desafios iniciais, eles tiveram como lição de casa fazer o Desafio Nível 2: uma carta para o seu próprio corpo. As turmas também participaram de uma atividade de classificação proposta pelas professoras. Elas misturaram gibis, livros didáticos e de literatura infantil, jornais e revistas e pediram para a criançada classificá-los por gênero.   Este slideshow necessita de JavaScript.   Para aplicar a operação ao projeto da escola, os alunos classificaram perguntas que poderiam fazer a um coletor da empresa de limpeza urbana da cidade. Antes, em duplas, eles haviam feito um roteiro de entrevista e entrevistado uns aos outros. Na montagem do questionário para o coletor, todos decidiram que as perguntas seriam apenas sobre sua profissão e sugeriram as questões. O projeto continuou em “Verificar”, quando as crianças realizaram entrevistas com moradores e trabalhadores do bairro para verificar por que o lixo não é reciclado e por que as pessoas jogam entulhos nas ruas, mesmo tendo um Ecoponto (lugar para descarte de entulho e material reciclável) na região. O resultado das entrevistas mostrou que a falta de informação é uma das coisas que mais contribuem para essa situação. Além disso, os estudantes visitaram o Museu do Lixo, no Parque Ecológico do Guarapiranga, em São Paulo, onde verificaram suas dúvidas sobre o meio ambiente e o descarte do lixo.   Este slideshow necessita de...

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A beleza das caravelas-portuguesas

A beleza das caravelas-portuguesas

Se você já foi à praia, talvez tenha visto um bicho esquisito perdido na areia. A aparência dele lembra um saquinho transparente cheio de ar, com tons de azul e roxo em algumas partes do corpo. Parece até uma água-viva, mas tem o nome de caravela-portuguesa. E não é um animal: é uma colônia de seres chamados pólipos, cada grupo com uma função diferente. A caravela-portuguesa recebeu esse nome porque ela não se move, e sim flutua com o vento na superfície da água, como esse tipo de navio. Mas não queira encostar em uma delas! Assim como a água-viva, ela tem veneno em seus tentáculos para capturar alimentos. Uma picada pode ser bastante dolorosa para o ser humano. Mesmo sendo vista como perigosa, um fotógrafo dos Estados Unidos viu a beleza que existe na caravela-portuguesa. Há dois anos, Aaron Ansarov coleta exemplares na praia – depois, os devolve para o mar – para tirar fotos cheias de cores e detalhes dessa criatura tão complexa. Ele usou técnicas de fotografia que deixaram as imagens como obras de arte. Na galeria a seguir, você confere algumas dessas fotos. Este slideshow necessita de JavaScript. As fotos acima foram publicadas com a autorização de Aaron Ansarov. Não copie ou compartilhe.   Para saber mais sobre esse e outros trabalhos de Aaron Ansarov, visite o site oficial (em inglês). Fonte: National...

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Tabela com ações para organizar o recreio na escola

Tabela com ações para organizar o recreio na escola

Na EM Maria Isabel da Silveira, em Lençóis (BA), os alunos do 4° ano A e B fizeram uma observação bem detalhada do recreio da escola. Eles listaram todas as atividades realizadas pelos colegas durante o intervalo e trocaram suas observações. A professora Marilândia Pereira de Souza também sugeriu que a turma desenhasse como é o recreio.   Este slideshow necessita de JavaScript.   A partir disso, as crianças pensaram em sugestões de como organizar e melhorar o recreio, para que todos pudessem aproveitar esse período. Com a ajuda da professora Marilândia, juntaram todas as informações e montaram uma tabela completa com essas ações.   Veja alguns dos desenhos e tabelas feitos pelos...

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O lugar certo da Via Láctea no universo

O lugar certo da Via Láctea no universo

O Planeta Terra pode parecer enorme, mas no fundo ele é um simples grãozinho de areia dentro de grande conjunto de galáxias. E até os cientistas ficam surpresos com toda essa imensidão. Recentemente, astrônomos da Universidade do Havaí (Estados Unidos) descobriram que a Via Láctea – galáxia onde fica o Sistema Solar – faz parte de um grupo gigante de galáxias, um superconglomerado, que é 100 vezes maior do que se pensava.   Fica até difícil de imaginar isso, não é mesmo? Para dar um exemplo, é como se você descobrisse, subitamente, que existe um conjunto de cidades, estados e países além do seu bairro. Esse superconglomerado recebeu um nome na língua havaiana que tem tudo a ver com o seu tamanho: Laniakea, que significa “imenso céu” em português. Ele tem 100 mil galáxias, todas ligadas entre si. E a Via Láctea está bem na borda desse conjunto. Os astrônomos da Universidade do Havaí conseguiram medir o tamanho desse grupo usando equipamentos muito avançados chamados radiotelescópios, que são capazes de observar os movimentos e a velocidade de milhares de galáxias dentro da Laniakea. É uma descoberta muito importante para todos os astrônomos, mas representa só uma pontinha de toda a grandiosidade do universo. Além da Laniakea, existem milhões de outros superconglomerados. E agora, consegue imaginar? Fontes: O Estado de S. Paulo Universidade do Havaí (em inglês) Revista Nature (em...

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Alunos usam a ciência para escrever poemas

Alunos usam a ciência para escrever poemas

A professora Inês Cristina de Castilhos Pauli, da EMEB Prefeito Aldino Pinotti, em São Bernardo do Campo (SP), uniu poesia e ciência com a turma do 5º ano E. Os alunos precisavam criar um poema com o tema “O lugar onde vivo” para participar da Olimpíada da Língua Portuguesa. Com o exemplo da história de Zé e Doroteia, Inês sugeriu que eles observassem seus próprios trajetos fora da escola e usassem essas observações para escrever o poema. Segundo a professora, as crianças ficaram muito interessadas na tarefa, porque observaram coisas que nunca haviam percebido até então. No percurso “Verificar”, outra atividade deixou a classe bastante envolvida. Os estudantes foram divididos em dois grandes grupos para fazer o Desafio Nível 3, em que é preciso responder perguntas e verificar as respostas sobre as histórias do rocambole e do hospital. Depois de discutirem as respostas, foi feito um grande debate entre os dois grupos para que cada um pudesse defender seus pontos de vista. Dois alunos fizeram o papel de juiz para apontar as respostas corretas. Depois dessa aula, qualquer assunto virou uma “verificação” entre os estudantes, até mesmo o horário certo do recreio!     Assim como muitos outros professores que participam de TIM Faz Ciência, Inês inscreveu sua turma na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA). Para se preparar para o evento, os alunos assistiram vídeos, responderam questões das edições anteriores e fizeram as atividades práticas propostas pela organização da OBA, como a comparação entre os volumes da Terra e da Lua e a construção de um planisfério (um tipo de mapa que mostra a aparência do céu em um determinado lugar) e de um relógio solar.   Este slideshow necessita de...

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Histórias curiosas escondidas embaixo do gelo

Histórias curiosas escondidas embaixo do gelo

Já ouviu falar de aquecimento global? É um fenômeno bastante sério, porque está mudando aos poucos toda a vida na Terra. Por causa da grande poluição do ar causada pelos seres humanos, entre outros fatores, a temperatura média da Terra está aumentando de maneira muito mais rápida do que o normal. Isso afeta os animais, as plantações, as marés, o clima… E até está fazendo com que grandes camadas de gelo espalhadas pelo mundo derretam. Mas tem uma coisa bastante curiosa nisso. Em regiões onde o gelo começou a derreter, pesquisadores estão descobrindo objetos e seres que estavam enterrados há décadas, séculos e até milênios atrás. Tudo isso ficou conservado porque o gelo protege os objetos das ações do ambiente e de micro-organismos. Veja algumas dessas descobertas: Vírus de 30 mil anos Um vírus diferente e maior do que o comum foi encontrado congelado na região da Sibéria (Rússia) por dois biólogos franceses, que descobriram que ele tinha 30 mil anos. E mais: assim que foi descongelado, o vírus ficou ativo de novo! Ainda bem que ele não é perigoso para os seres humanos e afeta apenas outros micro-organismos chamados amebas.   Arma de caça indígena Um pesquisador achou nas Montanhas Rochosas, que ficam entre o Canadá e os Estados Unidos, uma arma de caça usada pelos índios nativos daquela região. É um dardo que usa um equipamento chamado propulsor para ganhar mais velocidade e distância. Consegue imaginar a idade desse objeto de madeira? Ele tem 10 mil anos! E ainda manteve as marcas feitas pelo seu dono para identificá-lo.   Sapato da Idade do Bronze Pode não parecer à primeira vista, mas o objeto da foto acima é um sapato de couro. Porém, de uma época muito distante da nossa, chamada Idade do Bronze: ele tem mais de 3 mil anos! O sapato foi encontrado na Noruega por um arqueólogo e estava bem preservado, mas começou se decompor assim que foi tirado do gelo. Comparado aos tamanhos de calçados no Brasil, ele teria o número 37.   Uma floresta inteira Isso mesmo, uma floresta inteira estava coberta por gelo! Pelo menos até o ano passado, quando foi descoberta por pesquisadores do Alasca, nos Estados Unidos. Há 2 mil anos, a geleira de Mendenhall começou a cobrir a área onde estava a floresta. Primeiro, ela se espalhou perto do chão, onde tinha lodo, areia e cascalho. Foi por causa desses elementos que as árvores ficaram em pé, mesmo quando foram atingidas por completo pelo gelo. Algumas ainda têm até a casca, o que ajudou os cientistas a pesquisarem sua idade.   Kwäday Dän Ts’inchi No Canadá, em 1999, três praticantes de caminhada viram objetos diferentes em uma geleira: uma vara, uma pele de animal e um osso. Eles levaram cientistas até o local, onde também foram descobertas partes de um homem, que foi chamado de Kwäday Dän Ts’inchi, uma expressão indígena que significa “pessoa de muito tempo atrás”. Outros pertences foram encontrados junto ao homem, até mesmo suas roupas. Provavelmente, ele viveu próximo ao ano 1700.   Fontes – fotos e informações (em inglês): http://listverse.com/2013/02/12/10-archaeological-discoveries-made-possible-by-global-warming/...

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Descobertas na observação do Jardim Botânico

Descobertas na observação do Jardim Botânico

Na história de Zé e Doroteia, Zé observou os detalhes de cada árvore em sua busca pela árvore de flores vermelhas. Assim como ele, a turma do 4º ano A da EEB Professora Alba Herculano Araújo, em São Gonçalo do Amarante (CE), observou semelhanças e diferenças de plantas encontradas na escola. Antes da atividade, as crianças conheceram as partes de uma planta em um vídeo mostrado pela professora Maria Jocélia Cosmo. Com essas informações, elas coletaram vários tipos de folhas e cascas para observar seus detalhes. O objetivo era classificar as espécies das plantas e pesquisar mais sobre elas na internet. Veja o plano de aula utilizado pela professora:     A tarefa seguinte foi um desafio ainda maior: observar todos os detalhes do Jardim Botânico da cidade! Em meio a tantos tipos de árvores, plantas, flores e até peixinhos que nadavam nos lagos, a criançada descobriu muitas coisas novas sobre a natureza. Os alunos escreveram textos e fizeram cartazes sobre a experiência, que você pode conferir no álbum a seguir. De acordo com Maria Jocélia, a turma percebeu que muitas coisas do nosso dia a dia são apenas vistas por nós, e não observadas. “O que mais chamou a minha atenção nesta etapa é o quanto pedimos para que nossos alunos sejam atentos e nós mesmos não conseguimos ser dessa forma. A aula ‘Observar’ também serviu muito a mim”, relata.   Este slideshow necessita de...

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Passeios para aprender biologia bem de perto

Passeios para aprender biologia bem de perto

A biologia é um ramo da ciência que está por todo lugar. É que a palavra “biologia” significa justamente “estudo da vida” – o estudo de tudo que é relacionado aos seres vivos, desde micro-organismos até grandes florestas. Neste mês em que comemoramos o Dia do Biólogo (3 de setembro), listamos alguns lugares pelo Brasil nos quais é possível conhecer de pertinho esse ramo tão importante da ciência. Instituto Nacional da Mata Atlântica – Santa Teresa (ES) Chamado anteriormente como Museu de Biologia Professor Mello Leitão, o Instituto foi fundado em 1949 por Augusto Ruschi, considerado o patrono da ecologia no Brasil. Ele fica em uma grande área de preservação da Mata Atlântica. Os visitantes podem conhecer espaços como um grande viveiro de aves, um observatório de beija-flores, um pavilhão com espécies de plantas nativas da Mata Atlântica e até um local com diferentes espécies de cobras. Estação Biologia – São Paulo (SP) A Estação Biologia é um projeto para visitação de estudantes ao Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Os monitores realizam atividades indicadas para diferentes faixas etárias, com temas que incluem biodiversidade, interações entre os seres vivos e conscientização sobre o lixo. O instituto abriga um herbário, um laboratório de abelhas e uma reserva florestal, entre outros espaços. Museu da Amazônia – Manaus (AM) O Museu da Amazônia (Musa) foi inaugurado em 2009 e fica dentro da Reserva Florestal Adolpho Ducke, área de floresta nativa. O grande atrativo do museu são as trilhas, nas quais os visitantes podem ver um pouco da rica diversidade da floresta amazônica acompanhados por monitores. O Musa também tem exposições, aquários e uma torre de observação de 40 metros de altura. Parque Nacional da Tijuca – Rio de Janeiro (RJ) Com quase 4 mil hectares de área, o Parque Nacional da Tijuca é o parque nacional mais visitado do país. Quem vai lá pode percorrer trilhas para observar espécies da fauna e flora nativas da Mata Atlântica. Também dá para acessar o Guia de Campo do Parque Nacional da Tijuca, criado por professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que traz informações sobre o parque e sugestões de atividades para a sala de aula. Museu Botânico Municipal – Curitiba (PR) O Museu Botânico Municipal tem um acervo de aproximadamente 400 mil exsicatas (plantas tratadas para coleção) do Brasil e do exterior, além de amostras de madeira e frutos, e promove diversas atividades de educação ambiental. Ele fica no Jardim Botânico de Curitiba, que é um dos principais pontos turísticos da cidade, com uma grande diversidade de plantas vivas nos jardins e em estufas. Estes são apenas alguns dos muitos lugares que podem render uma boa aula prática de biologia. Se você conhece outros em sua cidade, indique nos...

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Turma observa para entender pombos da escola

Turma observa para entender pombos da escola

A gente já viu como TIM Faz Ciência começou na sala do professor Samuel Macedo, da EMEIEF Tarsila do Amaral, em Santo André (SP). A professora Alexandra Henriques Ferreira, da mesma escola, também enviou um relato muito legal de sua experiência com os alunos do 4° ano C. Ela iniciou o percurso de “Observar” perguntando sobre o que as crianças achavam que seria o programa. A conclusão foi de que TIM Faz Ciência os ajudaria a saber como entender melhor as coisas. Depois do convite inicial, em que todo mundo falou sobre a importância das invenções, Alexandra apresentou a história de Zé e Doroteia de duas formas: com leitura na área externa e com o vídeo da contadora de histórias Kiara Terra. A turma discutiu a história e voltou para a sala observando as árvores da escola – até encontraram uma de flores vermelhas, como a que o Zé viu! Em sala, todos se envolveram com bastante interesse nos jogos de observação. Este slideshow necessita de JavaScript. Na semana seguinte, os alunos começaram a observação do recreio. Durante uma conversa sobre como fariam essa tarefa e quais seriam os possíveis desafios, eles deram a ideia de observar os recreios de todas as séries para compará-los. Foram três dias de atividade, na qual os alunos fizeram um levantamento sobre as diferenças de brincadeiras, atitudes e locais que cada grupo frequentava, trocando os resultados entre os colegas. A professora também aplicou a tarefa a um problema comum na escola: a grande quantidade de pombos que ficam no telhado, deixando o ambiente sujo e com o risco de transmitir doenças. A sala já havia começado a falar anteriormente sobre essa questão, com pesquisas, vídeos e debates. A partir do conteúdo de TIM Faz Ciência, as crianças levantaram hipóteses sobre o porquê dos pombos ficarem por lá e observaram pontos da escola e de seu entorno que pudessem explicar a situação e ajudar a pensar em soluções. Para finalizar o percurso, todos marcaram onde estavam no mapa de avaliação, ansiosos pelas próximas etapas! Este slideshow necessita de...

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A ciência dos índios agora publicada em livro

A ciência dos índios agora publicada em livro

Às vezes, quando pensamos em ciência, a associamos automaticamente a médicos de jaleco pesquisando curas para doenças, engenheiros testando novas máquinas em uma fábrica, pensadores em uma biblioteca… Mas a ciência e o conhecimento não são algo assim tão restrito. Sabe quem sabe muito sobre ciência? Os índios. Eles não têm universidade e laboratórios, mas conhecem direitinho as propriedades medicinais de cada planta. E essa sabedoria é passada de geração para geração, de forma oral, sem nada ficar anotado. Na tribo dos índios Huni Kuĩ, que vivem na beira do Rio Jordão, no Acre, essa situação está mudando. O Instituto de Pesquisa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (IJBRJ) e a Editora Dantes produziram o livro “Una Isĩ Kayawa, Livro da Cura” – com descrições de 109 espécies de plantas usadas na terapêutica indígena, informações sobre onde elas se encontram e as formas de tratamento – trazendo toda essa riqueza para mais perto das pessoas de fora da tribo. O idealizador da empreitada foi o pajé Agostinho Manduca Mateus Ĩka Muru, que infelizmente faleceu antes da obra ser publicada. Ele era como um “cientista da floresta”, um “observador das plantas”, e durante 20 anos reuniu em caderninhos dados sobre a ciência dos índios. O trabalho de pesquisa e organização das informações durou dois anos, coordenado pelo botânico Alexandre Quinet. Além do livro normal, feito em papel cuchê, foi feita uma edição exclusiva para ser distribuída entre os índios com papel sintético, que é impermeável e capaz de aguentar o clima úmido da floresta. A obra também traz relatos, desenhos e informações sobre a cultura do povo Huni Kuĩ. Tudo foi escrito em haxta kuĩ, a língua falada nas aldeias, e traduzido para o português.     Para saber mais, acesse a reportagem da Agência Fapesp ou entre no Facebook do...

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