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A ciência no dia a dia: você sabe ler uma bula?

A ciência no dia a dia: você sabe ler uma bula?

Você já tentou ler uma bula de remédio? Instalou sozinho um aparelho seguindo o que estava escrito no manual? Tentou entender o que queria dizer um exame de sangue? As respostas dessas e de outras questões ajudam a determinar o Índice de Letramento Científico – ou seja, a habilidade que as pessoas têm de aplicar conhecimentos científicos básicos em atividades cotidianas. Uma pesquisa sobre isso foi realizada pela empresa Abramundo em parceria com o Ibope, o Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa, e entrevistou 2 mil brasileiros. O resultado é que apenas 5% das pessoas questionadas dominam de verdade os conceitos científicos que usamos no dia a dia. As demais possuem letramento científico básico (31%), elementar (48%) ou ausente (16%). As pessoas que participaram da pesquisa responderam a perguntas e fizeram um teste. A conclusão foi que muitas delas têm dificuldades com coisas aparentemente simples, como: 24% -> compreender a bula de um remédio 26% -> ler manuais para instalar aparelhos domésticos 36% -> combater um pequeno incêndio, seguindo instruções dos equipamentos 43% -> entender gráficos e tabelas em matérias de jornais 48% -> interpretar dados científicos em rótulos de produtos alimentares 48% -> estimar o consumo de energia de aparelhos elétricos 55% -> calcular a quantidade de combustível necessária para o veículo chegar a um lugar 55% -> interpretar os resultados de um exame de sangue E você, já parou para pensar que essas pequenas atitudes demonstram o quanto usamos a ciência no nosso cotidiano sem nem notar? Tem dificuldade em alguma delas?     Para saber mais sobre o Índice de Letramento Científico, leia a reportagem publicada no jornal O Estado de São Paulo que trata do assunto e conheça o questionário aplicado. O físico e educador da Universidade de São Paulo Luis Carlos de Menezes foi um dos especialistas que ajudou a elaborar o questionário aplicado no Índice de Letramento Científico. Ele faz parte da nossa Galeria de Pensadores. Clique aqui e assista ao depoimento deste grande...

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Lançadores de foguetes

Lançadores de foguetes

Não é preciso ser astronauta pra lançar um foguete. Aliás, não é nem preciso ser engenheiro para construir um foguete: basta participar da Mostra Brasileira de Foguetes, evento que acontece todo ano junto com a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. Os alunos do 4º ano da EMEF Professora Ana Íris do Amaral, de Porto Alegre, da turma da professora Patrícia Dias Stefanello, estão entre os pequenos lançadores de foguete do Brasil – ainda que os foguetes deles sejam feitos de cartolina. Eles realizaram as atividades da OBA e da MOBFOG em maio. Teve até evento na praça perto da escola para assistir ao lançamento dos foguetes dos estudantes do 6º ao 9º ano, com a presença de mais de 200 pessoas. “Até os pequenininhos do jardim foram assistir aos foguetes”, explica Patrícia. “É o diferente. Sai daquela coisa da sala de aula, da parte teórica, e a escola se envolve.” Agora é hora de esperar pelas medalhas que serão entregues aos alunos que tiverem o melhor desempenho da escola – os nomes deles serão divulgados no site da OBA em 30 de agosto.   Este slideshow necessita de JavaScript. Gostou da ideia de fazer um foguete você mesmo? Então clique aqui e assista ao vídeo em que o professor João Canalle, astrônomo e coordenador nacional da OBA, ensina a construir a base de lançamento de um...

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O céu na sala de aula

O céu na sala de aula

Que tal explorar o céu de Israel? E a noite da Nigéria? Como é o céu do polo norte ou do polo sul? Onde ficam as estrelas que a gente não consegue ver porque ficam no hemisfério norte, e pra que lado estão as que observamos do hemisfério sul? E como será que é o céu visto da Lua? Difícil achar essas respostas… Ou não. Você só precisa do Stellarium, um programa de código aberto, gratuito, que transforma seu computador em um planetário digital. Ele mostra um céu realista em três dimensões, bem parecido com o que vemos a olho nu. No site da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica há três videoaulas que ensinam a usar o Stellarium. Baixe o programa, explore-o, mostre-o para seus colegas e seus alunos. Vai ser uma viagem incrível! Para baixar o Stellarium, acesse: http://www.stellarium.org/pt/....

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Quanta ciência tem no trabalho deste artista?

Quanta ciência tem no trabalho deste artista?

Você conhece Theo Jansen? É um artista holandês que usa tubos plásticos e garrafas de limonada para fazer esculturas cinéticas que se mexem sozinhas. Para ele, as obras são uma nova forma de vida batizada de “Strandbeests”, ou “bestas da praia” em holandês. E tudo que Theo faz só é possível porque ele usa muita ciência nesse trabalho.    ...

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“Observar” para preservar o meio ambiente

“Observar” para preservar o meio ambiente

As professoras Magda Lúcia Pereira, Daniela Alves de Lima Barbosa, Raquel Malamam e Thays Helena de Souza, que dão aula no Centro Unificado de Educação Celso Augusto Daniel, em São Bernardo do Campo (SP), uniram TIM Faz Ciência a um outro projeto da escola sobre sustentabilidade. Elas convidaram seus alunos a aplicar os conhecimentos de “Observar” na preservação do meio ambiente:   Em nossa escola, o CEU Celso Daniel (Centro Unificado de Educação Celso Augusto Daniel), em São Bernardo do Campo, é desenvolvido em caráter permanente o Projeto Sustentabilidade, que visa mobilizar a comunidade escolar para as questões de responsabilidade ambiental. Em 2014, pensando em dar continuidade ao Projeto Sustentabilidade, com o evento da Copa do Mundo no Brasil e segundo pesquisas, pode haver um aumento aproximado de 60% no consumo de bebidas. Pensando sobre essas questões e discutindo em roda de conversa com as crianças, surgiu a ideia do Projeto Descarte consciente do vidro no lixo doméstico – neste caso em especial, tem como objetivo mobilizar a comunidade escolar em relação ao descarte seguro do vidro no lixo doméstico, como forma de reduzir os acidentes com os coletores (profissionais que recolhem o lixo doméstico) em nossa comunidade. Em meio ao processo tomamos conhecimento do TIM Faz Ciência, nos inscrevemos e participamos da formação. Procedemos à leitura do material, como indicado, enxergando a contribuição que “esse novo pensar”, digamos assim, poderia nos ajudar, não só no Projeto Descarte, mas, principalmente no cotidiano da sala de aula, possibilitando uma leitura de mundo mais cuidadosa e crítica. Cremos que nossas crianças, não só no âmbito escolar, mas para a vida, serão influenciadas pelas sete operações intelectuais. Síntese do relato dos professores participantes: “Partimos da história de Zé, Doroteia e as árvores. Vale ressaltar que as crianças adoraram. Discutimos a história na roda de conversa e focamos no observar. Aproveitamos as falas das crianças como ponte para o projeto que estamos desenvolvendo na escola – Descarte do vidro no lixo doméstico. Antes, porém, repertoriamos as crianças com imagens de grandes concentrações de lixo e da forma como as pessoas descartam seu lixo. Posteriormente solicitamos que no caminho para a escola fosse observado como o lixo é descartado em nossa comunidade. Imediatamente ao chegarem à escola pedimos que construíssem um registro desse observar, por meio de desenho.”   As professoras enviaram alguns desenhos feitos pelos alunos da professora Raquel, após a observação:   Este slideshow necessita de JavaScript.   A professora Magda Lúcia Pereira mandou uma foto das crianças visitando um ecoponto próximo à escola. Além de observar o espaço, sua organização e como funciona a separação dos resíduos sólidos, elas puderam entrevistar um coletor que estava no...

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Formação de TIM Faz Ciência em Batalha (PI) e Santarém (PA)

Formação de TIM Faz Ciência em Batalha (PI) e Santarém (PA)

Aos poucos, o Brasil vem conhecendo cada vez mais TIM Faz Ciência! Mais duas cidades já participaram dos encontros de formação de professores: Batalha, no Piauí, dia 16 de maio, e Santarém, no Pará, em 19 de maio. Em ambos os lugares, foram reunidos representantes das secretarias de educação de cada município e equipe de TIM Faz Ciência. O objetivo dos encontros foi mostrar aos professores inscritos, o programa, e o kit de materiais didáticos, e explicar como eles podem ser aplicados em aula. Em Batalha aconteceram dois encontros na Câmara Municipal de Vereadores: um de manhã e outro à tarde. A prefeita Teresinha Lages e a secretária de Educação Lina Soares receberam os professores. A formação foi ministrada por Cesar Nunes, especialista em Ensino para a Compreensão e Avaliação Educacional pela Faculdade de Educação da Universidade de Harvard. TIM Faz Ciência foi acolhido com muito carinho por todos os educadores. Alguns prometeram compartilhar suas experiências conosco – vamos esperar ansiosos! O encontro de Santarém aconteceu na Secretaria Municipal de Educação na parte da tarde. A formação contou com a presença de Rosângela Maria Lima de Andrade, que faz parte da coordenação da Secretaria de Educação do município. A formação foi ministrada por Rita Kerder, que é coordenadora de TIM Faz Ciência, pedagoga formada pela USP e especialista em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. Os professores de lá mostraram muita garra e vontade de aplicar TIM Faz Ciência em aula! Mesmo com as fortes chuvas que caem nessa época na região Norte, os educadores marcaram presença e participaram ativamente do encontro de formação. Os professores dos dois municípios tiraram suas dúvidas sobre o projeto e dividiram suas experiências. Todos ficaram muito animados com a proposta. Agora é esperar para ver os resultados desta...

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TIM Faz Ciência começa bem na turma da Carla

TIM Faz Ciência começa bem na turma da Carla

A professora Carla Boides Ribeiro, de Porto Alegre, enviou fotos e um relato sobre a aula inaugural de TIM Faz Ciência na turma dela. Veja como foi:   Olá, tudo bem? Meu nome é Carla, tenho 35 anos, tenho uma filha de 9 anos (que me pede para participar do TIM Faz Ciência!) e sou professora na Escola Municipal Dolores A. Caldas que fica na Restiga, em Porto Alegre. Ontem (14/05) realizei a aula inaugural com a minha turma e foi muito legal, superaram minhas expectativas. Os alunos participaram falando suas opiniões ao descreverem o que significava a palavra aventura, ficaram empolgados quando fiz o convite dizendo que todos iriam participar de uma aventura, seus olhinhos brilhavam diante do desafio. Confesso que não sou chegada em “receitas” prontas, mas o programa TIM Faz Ciência me deixou bem à vontade para acrescentar outras ideias. Eu perguntei para as crianças o que pensam sobre a palavra aventura, o que vem na cabeça quando escutam essa palavra. Eles foram dizendo e eu escrevendo, montando um mapa conceitual. Depois disso, produzimos um texto coletivo, conversamos sobre as criações humanas. Os alunos ficaram de trazer gravuras na próxima aula de ciências e se sentiram motivados porque se perceberam dentro das atividades como protagonistas e com isso são capazes de criar, inventar, produzir, fazer alguma coisa. Para concluir nossa primeira aula dois colegas entregaram para cada um o Caderno do Estudante. Eles olharam com muita aprovação e se divertiram completando com suas opiniões na contracapa. Sugeri que cada um lesse o que escreveu, todos estavam interessados em escutar os amigos e também para contar ao grupo o que tinham escrito. Semana que vem a ideia inicial é construirmos um cartaz com as criações humanas, relacionando as criações e seus criadores, trabalhar a história e os desafios sobre observar. Até mais e um excelente trabalho para todos nós!!!   Este slideshow necessita de...

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Professores de SP participam de aula inaugural

Professores de SP participam de aula inaugural

No dia 13 de maio, os professores inscritos em TIM Faz Ciência participaram do encontro de formação no município de São Paulo. Na verdade foram dois encontros, um na parte da manhã e outro à tarde, realizados na Diretoria Regional de Educação de Santo Amaro. Foram distribuídos 111 kits para os cerca de 70 educadores e coordenadores presentes. Durante os encontros, os professores assistiram a uma aula inaugural com o professor José Sérgio Carvalho, que fez uma introdução ao material, mostrou como é possível aguçar os sentidos das crianças e como isso pode contribuir no ensino, e com o professor César Nunes, que mostrou detalhadamente como usar em sala de aula os materiais didáticos e vídeos. Ambos conversaram com os educadores e responderam às dúvidas que surgiram. Os professores viram nos materiais a possibilidade de integrar o conteúdo de Ciências com outras matérias, como Português e Matemática, e assim tornar a Ciência mais popular entre as...

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Em Petrópolis, encontro foi na casa do Visconde de Mauá

Em Petrópolis, encontro foi na casa do Visconde de Mauá

No dia 12 de maio foi a vez dos professores de Petrópolis (RJ) participarem do encontro de formação de TIM Faz Ciência. Cerca de 100 kits de materiais didáticos foram distribuídos para os educadores inscritos no programa. Além deles, estiveram presentes coordenadores de algumas escolas e da Secretaria de Educação – que cedeu o próprio espaço para que a reunião fosse realizada. O cenário do encontro não poderia ser mais significativo: a Casa da Educação Visconde de Mauá – onde morou o industrial, banqueiro e político Irineu Evangelista de Sousa, que, no século XIX, foi responsável por trazer para o dia a dia dos brasileiros inovações tecnológicas e científicas importantíssimas (como a iluminação pública a gás, a construção da primeira ferrovia brasileira e a instalação do cabo submarino telegráfico entre a América do Sul e a Europa). A casa também foi habitada pelo jornalista, poeta e compositor Vinicius de Morais. O encontro de formação aconteceu à tarde. Os professores puderam conhecer melhor o programa, os materiais didáticos, assistiram aos vídeos e tiraram dúvidas. Quem deu a formação foi a pedagoga Lilian Faversani, especialista em Infância, Psicanálise e Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e em Magistério do Ensino Superior pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). O encontro foi dinâmico e envolvente. Os educadores participaram ativamente, tirando muitas dúvidas e compartilhando as próprias experiências. Parece que eles estão bem animados com o projeto! Confira as fotos: Este slideshow necessita de...

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Está chegando a Olimpíada Brasileira de Astronomia!

Está chegando a Olimpíada Brasileira de Astronomia!

Quais são os pontos cardeais, as fases da lua, as estações do ano? O que tem no Sistema Solar? Pra que servem aviões, satélites, sondas espaciais? Quem é Marcos Pontes? Como se faz um foguete? Todas essas perguntas giram em torno de um tema superinteressante e que faz parte das aulas de ciência: a astronomia. E são justamente questões como essas que são abordadas na XVII Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e na VIII Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), organizadas todos os anos pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB). Desde sua criação, em 1998, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica já envolveu 5 milhões de estudantes, em uma jornada que inclui até mesmo o lançamento de foguetes! Podem participar da OBA e da MOBFOG escolas públicas ou privadas, urbanas ou rurais. A OBA funciona em uma só fase, assim: uma prova, dividida em quatro níveis, é aplicada dentro da própria escola. O Nível 1 é para alunos do 1° ao 3° ano; o Nível 2 para quem está no 4° ou 5° ano; o Nível 3 é para estudantes do 6° ao 9° ano; e o Nível 4 é para quem está no ensino médio, em qualquer série. São 7 perguntas de Astronomia e 3 de Astronáutica. A MOBFOG é parecida. Também é dividida em quatro níveis, mas com uma diferença bem importante: ao invés de fazer uma prova, os estudantes constroem e lançam foguetes! No Nível 1, o foguete é construído com dois canudos de refrigerante (um grosso e outro fino) e voa por impulso. No Nível 2, os alunos usam um canudo de papel (o foguete também voa por simples impulso). No Nível 3, o foguete é feito com duas garrafas pets de qualquer volume, fica preso numa base de lançamento no chão e seu combustível é ar comprimido, fornecido por uma bomba manual de encher pneu de bicicleta. E no Nível 4, o mais difícil, o foguete é construído com duas ou mais garrafas pets de qualquer volume, presas numa base de lançamento no chão, e o combustível é uma mistura de vinagre e bicarbonato de sódio. Os vencedores são os foguetes que alcançarem as maiores distâncias. O objetivo da OBA e da MOBFOG é o popularizar a astronomia junto aos alunos e contribuir para a capacitação dos professores de ensino médio e fundamental. Todos os alunos, professores e escolas que participam recebem certificados, e os vencedores ganham medalhas (ouro, prata e bronze). 33 mil medalhas serão distribuídas entre os alunos com maiores notas na prova da OBA, em cerimônias realizadas nas próprias escolas, e outras 5 mil entre os vencedores da MOBFOG. E aí, que tal levar a OBA e a MOBFOG pra sua escola? É fácil: basta preencher a ficha de cadastro que está no site da OBA. Mas corra, porque o prazo está acabando: o dia de aplicação das provas da XVII OBA é 16 de maio, a próxima...

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