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Hipóteses, observação e plano de ação

Hipóteses, observação e plano de ação

O professor Samuel Macedo, que dá aula para o 4º ano na EMEIEF Tarsila do Amaral, em Santo André, enviou um relato muito rico sobre a elaboração de hipóteses e a observação do recreio na turma dele. As crianças elaboraram um plano de ação para melhorar o recreio a partir da observação que fizeram, e inclusive criaram novas hipóteses com base no que viram!   “Elaborando hipóteses de observação Antes das crianças elaborarem as hipóteses, busquei por meio de questionamentos levá-los ao entendimento do que era uma hipótese, e que elas precisavam ser verificadas, por meio da observação. Em alguns momentos me reportei à atividade que já haviam realizado para que as informações se tornassem mais concretas e reais para eles. Este slideshow necessita de JavaScript. Professor – Vocês sabem o que o texto está falando, quando fala que temos que escrever as hipóteses antes da observação aos recreios? Beatriz – A gente tem que tentar adivinhar o que é, sabe, as perguntas, ou… (não continuou) Nessa hora lembrei que havia no caderno do professor algumas orientações do caderno “Observar”. Professor – As perguntas? Beatriz – Lembra quando a gente tentou adivinhar o que está dentro da caixinha? [durante o jogo 5 “O que é, o que é?”] Professor – E vocês usaram o que para descobrir o objeto? Isabelly – Passando a mão em volta dele. Professor – E você descobriu que objeto era esse por quê? Isabelly – Por que já havia pegado ele outra vez. Professor – Alguns objetos não foram descobertos de imediato, vocês precisaram…? Isabelly – Ver. Professor – Falando agora da observação que vamos fazer no recreio. Vocês já sabem o que ocorre nos recreios? Vocês já conhecem? Pedro – Sim, os meninos jogam bola com outros… Professor – Você tem certeza que todos os meninos fazem a mesma coisa? Usam os mesmos lugares? Ou vocês estão apenas sugerindo por que normalmente os alunos fazem isso no recreio? Pedro – O que a gente vê nas outras turmas, e quando vamos também brincamos. Professor – Mas todos brincam da mesma coisa? Isabelly – Não, tem outras brincadeiras. Pedro – Não, brincam de outra coisa. Professor – Então não precisamos adivinhar se podemos ir até o local. Temos possíveis respostas a partir do que a gente SENTE, VÊ, CHEIRA, e… e… OBSERVA para saber se acontece do jeito que a gente pensou. Isabelly – A gente pode pensar que está certo, mas quando vai olhar está errado, não era. Professor – Isso! Era uma hipótese. Professor se reporta de uma atividade que fez anteriormente com a turma. Professor – Quem se lembra de uma situação-problema que eu fiz com vocês antes do recesso? Eu fiz a situação com algumas hipóteses de respostas. Para vocês verificarem qual era a resposta certa. E o que precisamos fazer para verificar o que estava certo ou errado? Carlos – Observar? Professor – O quê, Carlos? Carlos – Observar? Professor – Observar, o quê? Carlos – Observamos a pergunta. Professor – A pergunta nos ajuda a resolver a situação? Isabelly – A pergunta nos ajuda a calcular. Carlos – Se precisa fazer cálculos. Professor – Agora escrevam as hipóteses de vocês, da forma como vocês pensam que ocorre no recreio das outras turmas. Após elaborarem as hipóteses a serem verificadas no recreio, consegui fazer com que todos os alunos falassem o que elaboraram. Depois, foram divididos em trios e escolhemos previamente o...

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Museus onde dá para aprender – e explorar – ciência

Museus onde dá para aprender – e explorar – ciência

Museus são lugares em que a gente tem a chance de observar e conhecer grandes obras e feitos da humanidade, objetos e produtos de enorme valor artístico, histórico, cultural e científico. A equipe de TIM Faz Ciência fez uma lista de museus legais de ciências onde dá para brincar, se informar e aprender ao mesmo tempo. Catavento Educacional e Cultural (São Paulo-SP) Esse museu educativo traz mais de 250 atrações espalhadas por 8 mil metros quadrados. Quem vai lá tem a oportunidade de tocar um meteorito de verdade, desvendar o corpo humano visto por um ângulo diferente, entender o funcionamento de um gerador de energia e conhecer o formato dos astros do céu – sem contar que dá para mexer nas coisas e até conversar com alguns personagens históricos. Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS (Porto Alegre-RS) Vinculado à Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, o MCT-PUCRS tem um acervo formado por cerca de 700 equipamentos interativos, além de fósseis, espécimes representantes da biodiversidade brasileira e peças provenientes de escavações arqueológicas. Os visitantes interagem com os equipamentos – eles são convidados a testar sua força, seu equilíbrio, sua velocidade e elasticidade, fazer uma viagem à era dos dinossauros, simular eclipses e observar um vulcão em erupção. Museu do Relógio (São Paulo-SP) São mais de 700 peças expostas. Há alguns objetos curiosos, como um relógio em forma de tartaruga e outro que até prepara café, e relíquias como um relógio pêndulo de 1885. Aliás, a peça mais antiga do acervo é um relógio alemão que possui somente o ponteiro de horas – na época, a marcação do tempo era tão imprecisa que os relógios não marcavam os minutos. Se não der pra visitar o museu pessoalmente, dá pra fazer um tour virtual. Museu dos Transportes Públicos Gaetano Ferolla (São Paulo-SP) O museu possui no acervo o primeiro bonde a circular no Brasil, puxado por burros – adotado no Rio de Janeiro em 1859 e em São Paulo em 1872 – e o bonde elétrico Gilda, que tinha sistema de calefação e circulava nas áreas ricas da cidade. E o melhor é que dá pra entrar nos veículos e ver tudo de pertinho.   FONTES: Veja São Paulo, Guia Quatro Rodas e Portal...

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Conheça jovens que fazem robôs… na escola!

Conheça jovens que fazem robôs… na escola!

Você sabe o que é robótica? Robótica é a ciência e a técnica de conceber, construir e utilizar robôs. E robôs todo mundo sabe o que são, não é mesmo? O que talvez você não saiba é que não são só cientistas e engenheiros que sabem fazer robôs. O pessoal da Oficina de Robótica da EMEF José Mariano Beck, de Porto Alegre (RS), também sabe. Orientados pela professora Luciana Tadewald, alunos do 1º ao 9º ano montam e reconhecem peças, constroem robôs de Lego, fazem programação no computador… As oficinas são abertas para quem quiser participar, só precisa ter interesse no assunto – com exceção de duas turmas de 1º ano e uma de 2º ano que são integralizadas, ou seja, todos os alunos participam da oficina. Há ainda outras 6 turmas abertas e uma que é dedicada aos interessados do 4º e 5º ano. Os alunos participam da Mostra Nacional de Robótica – que a cada edição premia 50 jovens de todo o país com Bolsas de Iniciação Científica Júnior do CNPq. Luciana conta, com orgulho, que na primeira participação da escola, um dos alunos foi escolhido como bolsista e, no ano seguinte, 7 alunos foram selecionados. Em 2014, o pessoal da oficina está se deparando com uma novidade: TIM Faz Ciência. Luciana explica que o programa mostra aos alunos uma metodologia importante de seguir em robótica. “Em coisas básicas de pegar, montar robô, aprender linguagem de programação, até em campeonatos, tem que enfrentar problema, pensar na solução, pesquisar, testar, ajustar”, diz Luciana. Um exemplo: os alunos montaram um robô chutador para fazer uma atividade da Copa do Mundo. Programaram certinho, mas o robô não funcionou porque a roda estava mal montada. As crianças tiveram que pensar até entender o que estava dando errado, programar novamente, fazer ajustes. “TIM Faz Ciência tem a ver com esses conceitos, nesse sentido bem básico, bem miudinho da sala de aula, que depois vai para as coisas maiores”, completa Luciana. Entre as atividades que os alunos da Oficina de Robótica estão fazendo relacionadas ao programa estão jogos pedagógicos muito legais. Conheça-os – e divirta-se – clicando aqui.   Este slideshow necessita de...

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A natureza em todos os seus mínimos detalhes

A natureza em todos os seus mínimos detalhes

Mais um exemplo de como a arte e a ciência podem se entrelaçar: o trabalho do físico holandês Arie van’t Riet. Misturando fotografia, técnica de raio X e taxidermia, ele monta cenários com plantas, animais e outros objetos e depois tira foto desses cenários com uma máquina de raio-x. O resultado são imagens que mostram com grande delicadeza e beleza todos os detalhes da anatomia e estrutura dos seres fotografados. Tudo começou em 2000, quando Arie passou a usar imagens em raio X de flores para explicar a seus alunos radiografistas e médicos como funciona a absorção de raios X de baixa energia. Depois, em 2007, ele começou a acrescentar animais mortos às cenas – ele nunca usa animais vivos, que poderiam sair prejudicados das sessões de fotografia. O processo de trabalho de Arie começa com a construção, em estúdio, de uma cena natural completa, com plantas, flores, animais… Ele então posiciona um filme de raio X em envelope atrás da cena, e o tubo de raio X na frente dela, a um metro de distância. Em uma sessão ele combina raios X de baixa energia para flores e raio X de média energia para animais. O filme é então revelado e digitalizado com um scanner. Por último, Arie colore as imagens parcialmente. “Espero que essas imagens contribuam para o interesse das crianças por natureza. Espero que algumas delas se tornem cientistas em biologia ou ecologia, ou estudem ciência ambiental. Ou quem sabe se tornem radiologistas”, contou Arie.   Este slideshow necessita de JavaScript. Visite também o site oficial de Arie van’t Riet (em...

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As árvores da escola: relatos sobre observar

As árvores da escola: relatos sobre observar

Os alunos dos 5º anos A e C da EMEB Professor Pedro Augusto Gomes Cardim, de São Bernardo do Campo (SP) fizeram um exercício de redação junto com a observação. Orientados pela professora Solange Maria Dornelas e pela professora de Apoio a Programas Educacionais (Informática) Inês dos Santos Valdoski Ramos, os alunos exploraram o espaço onde as crianças brincam na escola. Eles encontraram vários tipos de árvores e fizeram relatos dessa observação. As crianças encontraram inclusive a árvore da Doroteia durante a exploração…   “Nossa árvore é grande e podemos subir nela, por isso dá para brincar e há sombra das folhas e flores. As folhas dela são ovais e compridas, os galhos são largos e o tronco também é largo e áspero.” Andreia C. do Nascimento, Giovanna B. Silva, Rafaela C. Idelfonso “Eu observei crianças brincando na hora do brincar e depois árvores. Teve algumas árvores que eu gostei do tipo, por exemplo as pequenas são iguais a mim. Mas as grandes nem tanto. Mas só teve essa que eu gostei mais porque dava para subir e eu subi com minhas amigas e adorei!!” Laryssa Santos Teodoro da Silva     “Essa é a árvore da Doroteia, porque ela tem flores vermelhas e mas não tem frutos. Ela é grande e é fácil de subir nela apesar de ter alguns espinhos. Eu gosto de brincar nesse lugar. Na foto eu estou de touca no chão. Samuel N. Silva A árvore que eu observei é grande e bonita. Tem um Tronco Muito Áspero e Fino. Essa árvore é muito parecida com a da História do Zé e Dorotéia, porque é grande e tem flores Vermelhas. Suas folhas são ásperas e muito bonitas, os galhos são bonitos ásperos, muito longos e finos. Porém neste momento estava sem folhas porque era fim de Outono. Na foto eu sou de blusa cinza. PARA FALAR A VERDADE A ARVORE É MUITO GRANDE!!!!” Carlos Gabriel     “A árvore que escolhi é boa para subir, é um bom lugar para brincar, mas tem que tomar cuidado senão você pode cair. É uma árvore áspera e não dá sombra nessa época do ano. Ela é bem grande, com folhas ovais e finas. Na foto estou em cima da árvore.” Gabriel Baso Souza “A árvore é grande, as folhas são ovais e finas. Os galhos são finos e grossos. E o tronco dela é áspero. Gosto de brincar porque dá para subir. Na foto sou eu que estou fazendo paz e amor.” Mauricio Alves de Aquino       “A árvore é grande, dá para subir, as folhas são ovais e finas. Os galhos são finos e grossos. E o tronco dela é áspero de raiz grande e bem espalhada.” Gustavo dos S. Gomes       “A árvore é grande, tem tronco liso e grosso. Tem muitas folhas. É um lugar muito bom para brincar e para se divertir.” Gabriel S. Souza           “A ÁRVORE É FINA, SÓ TEM DOIS GALHOS. NÃO TEM MUITAS E NEM POUCAS FOLHAS. AS FOLHAS SÃO MÉDIAS. NÃO DÁ PRA BRINCAR POR ELA SER PEQUENA E FINA, E PORQUE ELA FICA ATRÁS DA DIRETORIA. ESSA FOI A ÁRVORE QUE EU MAIS GOSTEI PORQUE ELA É PEQUENA E MUITO FOFA! NA FOTO SOU A QUE FAZ “PAZ E AMOR” COM OS...

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No movimento do laço do cowboy tem ciência

No movimento do laço do cowboy tem ciência

Você já viu um vaqueiro, cowboy ou peão agitando o laço no ar, dando várias voltas com ele? Não é fascinante acompanhar esses movimentos, tão fluidos e graciosos? Pois é, essa beleza toda só acontece graças à ciência – mais especificamente, à física. E neste ano, pela primeira vez, um cientista conseguiu explicar por meio de equações como funciona o mecanismo que guia os truques realizados pelos vaqueiros com laços. O autor do estudo foi o físico francês Pierre-Thomas Brun, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça. O trabalho foi apresentado em um encontro da Sociedade Americana de Física, em Denver, nos Estados Unidos. Segundo Pierre-Thomas, qualquer pessoa é capaz de fazer truques simples com o laço – como o “laço plano”, em que a corda gira numa mesma posição sobre o chão – se seguir alguns princípios: fazer o laço com cerca de 70% da extensão total da corda, realizar o giro em uma frequência lenta, de cerca de 2 Hertz e, o mais importante, passar a corda entre o dedão e o indicador a cada giro para que ela não fique torcida. Entenda:     Quer saber mais sobre o assunto? Leia também a reportagem da BBC sobre a pesquisa de Pierre-Thomas...

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Células aqui na terra e estrelas no céu do sertão

Células aqui na terra e estrelas no céu do sertão

Daniele de Mélo e Sousa, professora da Escola Dom Bosco, de Tabira (PE), conduziu seus alunos na observação de dois extremos durante as aulas de TIM Faz Ciência. Na sala de aula as crianças analisaram a célula, que é a menor unidade estrutural de qualquer ser vivo. E ao ar livre, elas puderam usar um telescópio profissional e tablets com os aplicativos Stellarium (que já falamos aqui) e Star Chart para ver os astros no céu. Veja um trecho do relato da professora sobre a “Observação” em Tabira:   Observar é uma das atividades mais importantes que o ser humano pode realizar, pois é a partir dela que podemos dar início às demais etapas no caminho para o conhecimento. Observar tudo ao seu redor faz com que você perceba-se no mundo, que faz parte dele e é responsável por ele, desde as menores coisas até as de tamanho inimaginável. Observando o Micro: Os alunos foram convidados a perceber a menor unidade organizacional de qualquer ser vivo, a célula. (Utilizamos camadas finas de cebola com tintura de iodo e com o auxílio de uma lupa.) Com esta atividade nossos alunos perceberam o quanto somos perfeitos e que o funcionamento de um todo depende de cada componente, independente do seu tamanho. Observando o Macro: Ao cair a noite, a proposta foi observar o céu do sertão e detalhar o que todas as noites é dado de presente a nós. Como proposta também da OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica), os estudantes localizaram constelações e outros astros com ajuda da tecnologia. Utilizando tablets e os aplicativos Stellarium e Star Chart, eles se divertiram ao mesmo tempo em que aprenderam um pouco mais sobre o universo. Por fim, aproveitaram o luar e observaram os detalhes do solo lunar com o auxílio de um telescópio profissional.   Este slideshow necessita de...

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Observar sem perder o recreio na sala da Selma

Observar sem perder o recreio na sala da Selma

Veja como foi o percurso de “Observar” na turma da professora Selma Cristina Da Silva, da EMEB Benedito José de Morais de São Bernardo do Campo (SP):   Iniciei o projeto com uma carta-convite (tema do trimestre anterior) aos alunos, deixando-os bem curiosos até a apresentação do Caderno do Estudante. Quando a turma recebeu o caderno foi muito legal! Adoraram as imagens e o cheirinho novo dos cadernos. Esta turminha tem dificuldade para ouvir. Às vezes precisamos de um certo tempo para relaxarem e dar continuidade nas atividades. Eles adoram conversar e desenhar. É uma turma do 1º ano ciclo II, bem esperta. São 26 alunos, um é cadeirante. Iniciamos pela operação Observar. Primeiro contei a história de Zé, Doroteia e as árvores. Depois, no mesmo dia e em duas aulas posteriores, fiz algumas perguntas sobre a história, só para verificar o quanto de informação que conseguiram guardar. Foi muito bom! Me diverti bastante com algumas confusões, mas o melhor estava por vir na tarefa de observar o recreio. Para escrever as hipóteses, foi um trabalho. Consultamos o dicionário para entenderem o que era “hipótese”, depois… escrevê-las foi outro momento. Escrever uma ideia particular parecia ser tão fácil que não podia ser! Vários alunos esclareceram a mesma dúvida: Prô, eu vou escrever o que vou fazer? Mas como? Então pedia para os alunos falarem como fariam a observação e orientava-os a escrever exatamente do jeito que falaram. Espantados com a facilidade, voltavam à atividade. A observação do próprio recreio gerou um conflito. Alguns alunos não gostaram de perder o recreio para realizar a observação, depois ficaram bravos porque também não deu tempo de completar a atividade. Detalhe: eu já havia avisado que “começaríamos” a tarefa da observação e não que era para fazer tudo de uma vez. Mais uma vez, um momento de diversão para a prô. Precisavam ver suas carinhas de inconformados. E agora? Teriam que perder mais recreios? Foram minutos deliciosos de discussão para resolver o problema. Até uma aluna sugerir observarem o recreio das outras turmas. Felicidade geral e agora o puxão de orelha da prô, que precisou retomar as orientações e recordar a leitura de uma entrevista com uma bióloga, no livro de ciências, a qual deixou bem claro que para se fazer uma boa observação era preciso tempo e paciência. Estas aulas foram FANTÁSTICAS! Bem, as observações aconteceram tranquilas, a socialização das mesmas foi muito boa, pois entre si ouviram observações que esqueceram de anotar e ideias diferentes do brincar entre meninos e meninas. Estamos agora no momento de praticarmos as soluções para os problemas que encontramos no nosso recreio e iniciaremos a operação Aplicar. Na brincadeira e com um olhar de educadora, às vezes uso a fala “olho de lince” em outras atividades e eles já se lembram de que se trata de uma boa observação.   Os alunos de Selma escreveram cartinhas-resposta para iniciar o projeto. Nela, eles também fizeram listas de coisas inventadas pelo homem que existem no mundo desde antes deles nasceram. Foi citado até...

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Novas espécies descobertas em 2013: conheça!

Novas espécies descobertas em 2013: conheça!

Há alguns anos, cientistas de mais de 80 países que fazem parte da rede de pesquisadores Censo da Vida Marinha estimaram que existem cerca de 8,7 milhões de espécies na Terra. É o cálculo mais preciso já feito sobre a presença de vida no nosso planeta – até porque a maioria das espécies ainda não foi classificada, nem mesmo descoberta. Você sabia disso? A cada ano, milhares de novas espécies são descobertas – animais, plantas, fungos, bactérias… Em 2013, por exemplo, 18 mil formas de vida foram nomeadas. E a cada ano, um comitê de especialistas do Instituto Internacional para a Exploração de Espécies (IISE na sigla em inglês) faz uma lista das 10 espécies mais importantes descobertas no ano anterior. Veja a galeria com as espécies selecionadas pela IISE entre as que foram catalogadas em 2013:   Este slideshow necessita de JavaScript. Saiba mais no site do Instituto Internacional para a Exploração de...

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Finais diferentes para Zé e Doroteia

Finais diferentes para Zé e Doroteia

O 4º ano B da EMEIEF Fernando Pessoa, de Santo André, se surpreendeu com o final da “História de Zé, Doroteia e as árvores”. A professora Solange Leoni mostrou o vídeo da história e pausou antes do fim, para que as crianças imaginassem o final. A maioria achou que Zé e Doroteia se encontrariam e viveriam felizes para sempre – só um aluno achou que eles não ficariam juntos porque Doroteia faria uma viagem. Agora, os finais da história escritos pelos alunos serão incorporados ao Projeto de Leitura na escola: as crianças farão pequenos livros, com capa e tudo! A turma da professora Solange também já fez os jogos do percurso de “Observar” sugeridos no Caderno do Estudante. No jogo 4, “Que som é esse?”, eles tiveram que adivinhar o som de 12 objetos: instrumentos musicais, cartela de remédios, pulseira, vidro de desodorante vazio, garrafa de água… Solange explica que os alunos estão superempolgados e que já incorporaram os conhecimentos aprendidos. “Eles dizem uns pros outros: ‘você não está observando direito’, ‘cadê seu observar?’. Quando mostrei pra eles a importância do observar parece que eles descobriram um mundo novo”, contou a professora. Parabéns ao 4º ano B! Agora queremos saber como foi a atividade de observação de vocês. As hipóteses foram comprovadas? A que conclusões vocês...

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